A inflação nos Estados Unidos arrefeceu em janeiro, de acordo com o Departamento do Trabalho, enquanto os militares dos EUA conduziram um ataque letal no Mar do Caribe, e o Presidente Donald Trump anunciou a implantação de um segundo porta-aviões no Médio Oriente. Estes eventos ocorreram em meio a tensões contínuas com o Irão e mudanças políticas na Tailândia.
O índice de preços ao consumidor subiu 2,4% nos 12 meses até janeiro, uma diminuição em relação aos 2,7% do mês anterior, marcando o ritmo mais lento desde maio, de acordo com a BBC Business. Este recuo pode influenciar as decisões do Federal Reserve em relação às taxas de juros. No entanto, alguns analistas alertaram que o progresso em direção à meta de 2% do Fed pode estagnar se as empresas repassarem os custos das tarifas ou se a escassez de mão de obra aumentar os preços.
Simultaneamente, os militares dos EUA atacaram um barco no Mar do Caribe na sexta-feira, matando três pessoas, conforme relatado pela Al Jazeera. Este ataque faz parte de uma série de ataques aéreos mortais que resultaram em pelo menos 130 mortes desde setembro de 2025, de acordo com a mesma fonte. O Comando Sul dos EUA (SOUTHCOM) confirmou o ataque cinético letal.
No Médio Oriente, o Presidente Trump anunciou que enviaria um segundo porta-aviões para a região "muito em breve", conforme relatado pela Al Jazeera. Espera-se que o USS Gerald R Ford parta do Caribe para o Médio Oriente, aumentando a pressão sobre o Irão em relação aos seus programas nucleares e de mísseis balísticos. Esta decisão segue-se a conversas indiretas em Omã na semana passada, onde nada de definitivo foi alcançado em relação ao Irão.
Enquanto isso, na Tailândia, a eleição recente viu uma mudança para uma política mais conservadora, conforme relatado pela Al Jazeera. Anutin Charnvirakul, o líder do Partido Bhumjaithai, garantiu uma vitória confortável, de acordo com uma contagem não oficial da Comissão Eleitoral da Tailândia (ECT). Este resultado reflete a dinâmica dos intermediários de poder locais e os desafios enfrentados pelo principal partido progressista.
Somando-se às complexidades, a Sky News informou que um médico iraniano, Yaser Rahmani-Rad, foi preso e detido após acusar as forças de segurança do país de prender manifestantes feridos dentro de hospitais. O Dr. Rahmani-Rad, especialista em medicina interna, já havia falado à Sky News sobre a repressão.
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