O Tribunal Superior britânico decidiu na sexta-feira que a decisão do governo de proibir o grupo de protesto Palestine Action como organização terrorista foi ilegal, embora a proibição permaneça em vigor aguardando recurso. A decisão, proferida em 13 de fevereiro de 2026, pelos juízes Victoria Sharp e Jonathan, abordou as ações do governo contra o grupo, que esteve envolvido em protestos e ações relacionadas ao conflito israelo-palestino.
A decisão do tribunal veio depois que o Palestine Action foi designado como organização terrorista. A proibição do governo, no entanto, foi considerada ilegal. A decisão do Tribunal Superior, de acordo com a Associated Press, mantém a proibição em vigor enquanto o governo prepara um recurso. O grupo esteve envolvido em vários protestos, incluindo uma invasão na RAF Brize Norton, onde aeronaves foram danificadas com tinta spray.
Enquanto isso, outros desenvolvimentos estão ocorrendo na região. De acordo com um relatório da NPR, autoridades de segurança dos EUA elaboraram um plano no final de outubro de 2023, apenas semanas após o ataque liderado pelo Hamas a Israel, delineando estratégias para a Gaza pós-guerra. O memorando, intitulado "Estratégia de Saída de Gaza e a Manhã Seguinte", fez recomendações à administração Biden, incluindo o estabelecimento imediato de forças de segurança palestinas e internacionais.
Em outras notícias, o Departamento de Segurança Interna (DHS) deveria ser encerrado no sábado, sem um caminho claro para a reabertura, conforme relatado pela Time. O impasse entre a Casa Branca e os democratas do Congresso sobre as reformas de aplicação da imigração levou à paralisação parcial do governo, marcando a terceira interrupção de financiamento do atual Congresso. O impasse se concentra nas exigências dos democratas por novas barreiras de proteção para agentes da Imigração e Alfândega (ICE) e da Alfândega e Proteção de Fronteiras (CBP).
O presidente Donald Trump também enfrentou contratempos. A Vox relatou que Trump "acabou de perder outra batalha em sua guerra contra a democracia".
Além disso, a indústria cinematográfica está abordando questões políticas. De acordo com a Variety, Mahnaz Mohammadi discutiu a representação da prisão Evin do Irã no filme "Roya" de Berlim, enfatizando a importância de contar a história através do "deslocamento, silêncio e ruptura".
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