A MiniMax, uma startup chinesa de IA, lançou seu novo modelo de linguagem M2.5 em duas variantes, prometendo inteligência artificial de ponta a uma fração do custo de concorrentes como o Claude Opus. O modelo, lançado em 12 de fevereiro de 2026, está disponível em código aberto no Hugging Face sob uma Licença MIT modificada e está sendo servido através de sua API e das de seus parceiros, de acordo com a VentureBeat.
Os modelos M2.5 são projetados para tornar a IA avançada mais acessível devido ao seu custo significativamente menor. De acordo com a VentureBeat, o preço é estimado em apenas 1/20 do custo do Claude Opus. A licença de código aberto exige que os usuários do modelo para fins comerciais "exibam de forma proeminente 'MiniMax M2.5' na interface do usuário de tal produto ou serviço".
Em outras notícias de tecnologia, a Forgent Power Solutions, uma empresa formada a partir de quatro empresas legadas, abriu o capital recentemente com uma oferta pública inicial bem-sucedida em fevereiro, crescendo para um valor de mercado de quase US$ 8 bilhões. De acordo com a Fortune, o CEO da empresa, Gary Niederpruem, afirmou que o IPO está "trazendo de volta o sexy" para o espaço de distribuição de energia elétrica, que está passando por um boom devido à corrida da IA e à expansão de data centers. A Forgent atende data centers, redes de energia e mercados industriais, com o segmento de data centers crescendo mais rapidamente.
Além disso, as últimas alterações no branch principal do Zig foram anunciadas em 13 de fevereiro de 2026, incluindo a implementação de iouring e Grand Central Dispatch std.Io. Estes são baseados na troca de pilha do espaço do usuário e agora estão disponíveis para experimentação, de acordo com o Devlog.
No mercado de trabalho, a Cogram, uma plataforma de IA para arquitetos, construtores e engenheiros, está procurando um Engenheiro de Produto. A função é remota, com uma faixa salarial de 70K - 130K EUR, de acordo com o Hacker News.
Adicionalmente, um projeto chamado yt-media-storage está disponível no GitHub, que armazena arquivos no YouTube, codificando-os em vídeo sem perdas e decodificando-os de volta para o arquivo original. Ele suporta tanto uma interface de linha de comando quanto uma interface gráfica do usuário, de acordo com o Hacker News.
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