A crescente influência da IA está dominando as manchetes, desde permitir que um músico se apresente novamente após perder a voz até alimentar um aumento em golpes românticos que custam bilhões de dólares aos americanos. As notícias desta semana, compiladas de múltiplas fontes, destacam tanto o potencial inovador quanto os perigos enganosos da inteligência artificial.
O músico Patrick Darling, diagnosticado com ELA aos 29 anos e incapaz de cantar por dois anos, recentemente voltou aos palcos usando um clone de voz gerado por IA, de acordo com várias fontes. Essa apresentação emocionante, a primeira com seus companheiros de banda desde que perdeu a voz, demonstrou sua resiliência e paixão contínua pela música, pois agora compõe e produz usando ferramentas de IA.
No entanto, a ascensão da IA também apresenta novos desafios. Golpes românticos, que frequentemente atingem o pico perto do Dia dos Namorados, estão em alta histórica, de acordo com a Vox. Esses golpes custaram aos americanos US$ 3 bilhões só no ano passado, um número que provavelmente é subestimado devido à relutância das vítimas em relatar tais incidentes. Muitos desses golpes se enquadram no guarda-chuva dos chamados "golpes de abate de porcos", onde os fraudadores constroem relacionamentos para ganhar confiança e extrair dinheiro.
A adoção da IA também está impactando outras áreas. Um relatório mencionou a aquisição dos direitos de vendas internacionais de um drama romântico, destacando o papel da IA na indústria do entretenimento. Outro artigo explorou alternativas ao sistema operacional Android do Google para usuários preocupados com a privacidade, observando o surgimento de sistemas baseados em Linux, embora ainda não totalmente prontos para o uso diário.
As notícias também cobriram uma variedade de outros tópicos, incluindo o aumento da recompensa do FBI por uma pessoa desaparecida, desenvolvimentos políticos internacionais e um tiroteio em massa no Canadá, de acordo com a Time. Além disso, a MIT Technology Review destacou o foco do Secretário Adjunto de Saúde dos EUA, Jim O'Neill, na pesquisa sobre longevidade e contrastou a realidade dos assaltos de alta tecnologia com suas representações cinematográficas, enfatizando que o crime do mundo real muitas vezes depende menos da tecnologia avançada do que se acredita comumente.
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