Alexei Navalny, o proeminente líder da oposição russa, morreu na prisão após ser envenenado com uma toxina mortal encontrada em rãs-dardo equatorianas, de acordo com alegações feitas pelo Reino Unido e seus aliados no sábado, 14 de fevereiro de 2026. O suposto uso de uma neurotoxina, classificada como arma química, foi atribuído ao governo de Vladimir Putin.
A editora de Segurança e Defesa do Reino Unido, Deborah Haynes, relatou na Sky News que o veneno é 200 vezes mais forte que a morfina, com o ministro das Relações Exteriores da Alemanha afirmando que "as vítimas sufocam em agonia". O relatório da Sky News destacou a natureza "bárbara" do ato.
Em outras notícias, os militares dos EUA anunciaram na sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026, que haviam "eliminado" um navio supostamente ligado ao tráfico de drogas em águas caribenhas perto da Venezuela, resultando na morte de três tripulantes. A Euronews informou que a operação, realizada pela Operação Southern Lance, ocorreu ao longo de uma rota identificada como um corredor comum de crime organizado, de acordo com a conta oficial do Comando Sul no X.
Enquanto isso, uma falha de segurança na DavaIndia Pharmacy, uma importante rede de farmácias indianas, expôs dados de clientes e sistemas internos. A TechCrunch informou que a falha, descoberta pelo pesquisador de segurança Eaton Zveare, permitiu que pessoas de fora obtivessem controle administrativo total da plataforma, incluindo acesso a dados de pedidos de clientes e funções sensíveis de controle de medicamentos. O bug foi corrigido e Zveare divulgou suas descobertas às autoridades indianas de segurança cibernética.
No mundo da tecnologia, o criador do 4chan, Chris "moot" Poole, disse ao The Verge que Jeffrey Epstein "não teve nada a ver" com a criação do infame quadro de extrema-direita /pol/. Poole também expressou pesar por ter encontrado Epstein.
Finalmente, a Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou um comunicado formal na sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026, condenando um ensaio de vacina para recém-nascidos financiado pelos EUA como antiético. A Ars Technica informou que o ensaio, realizado na Guiné-Bissau, África, reteria uma vacina estabelecida, segura e potencialmente salva-vidas contra a hepatite B de alguns recém-nascidos. A OMS concluiu que o ensaio era inconsistente com os princípios éticos e científicos estabelecidos. O ensaio tem atraído ampla condenação de especialistas em saúde desde que o financiamento dos EUA foi anunciado em dezembro.
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