A IA está a fazer progressos significativos em vários setores, desde modelos de linguagem económicos a motores de xadrez em miniatura, de acordo com múltiplos relatórios. Estes avanços estão a impactar indústrias que vão da tecnologia e defesa aos relacionamentos pessoais.
A startup chinesa de IA MiniMax lançou o seu novo modelo de linguagem M2.5, oferecendo capacidades de IA de ponta a custos reduzidos, conforme relatado pela VentureBeat. Este modelo de código aberto foi projetado para tarefas empresariais e está a ser usado internamente pela MiniMax, sinalizando uma mudança em direção à IA como um "trabalhador" económico. Investigadores da Nvidia também desenvolveram a esparsificação dinâmica da memória para reduzir as exigências de memória para grandes modelos de linguagem, conforme observado pela Phys.org.
No domínio da tecnologia pessoal, um evento de encontros único num café pop-up com tema de IA em Nova Iorque permitiu aos participantes experimentar relacionamentos com companheiros de IA através de uma aplicação, de acordo com The Verge. Este evento, semelhante a encontros rápidos, ofereceu aos utilizadores a oportunidade de interagir com parceiros de IA virtuais.
Entretanto, foi desenvolvido um motor de xadrez minimalista, "sameshi", capaz de jogar xadrez com uma pegada de 2KB, conforme detalhado no Hacker News. Este motor, com uma classificação Elo de 1170, suporta um subconjunto restrito do jogo, incluindo a validação completa de movimentos legais, de acordo com a fonte.
No entanto, a ascensão da IA também apresenta novos desafios. As fraudes românticas, que frequentemente utilizam IA, estão a aumentar, particularmente em torno de feriados como o Dia dos Namorados, conforme relatado pela Vox. Estas fraudes custaram aos americanos 3 mil milhões de dólares só no ano passado, com as vítimas frequentemente relutantes em relatar as suas experiências.
Estes avanços estão a ocorrer juntamente com outras descobertas tecnológicas. A AutoFlight revelou o maior carro voador do mundo, Matrix, promovendo as ambições da China na economia de baixa altitude, relatou a Phys.org. Simultaneamente, a proliferação de drones baratos está a impulsionar as empresas de defesa a desenvolver sistemas anti-drones baseados em laser, exemplificados pelo Iron Beam de Israel.
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