Forças militares dos EUA conduziram uma série de ataques aéreos contra alvos do Estado Islâmico na Síria no sábado, em retaliação a uma emboscada em dezembro que resultou na morte de dois soldados americanos e um intérprete civil americano, de acordo com o Comando Central dos EUA. Os ataques, que tiveram como alvo mais de 30 alvos do EI, incluindo instalações de armazenamento de armas e outras infraestruturas, ocorreram entre 3 de fevereiro e quinta-feira.
As ações militares dos EUA na Síria foram relatadas pela NPR News e pela NPR Politics. Os ataques foram uma resposta à emboscada de dezembro, conforme declarado em um comunicado do Comando Central dos EUA. O posto militar de al-Tanf, no sul da Síria, foi mostrado em uma foto de arquivo de 22 de outubro de 2018.
Em outras notícias internacionais, cinco nações europeias anunciaram no sábado que o líder da oposição russa, Alexei Navalny, foi envenenado pelo Kremlin com uma toxina rara e letal. Os ministérios das Relações Exteriores do Reino Unido, França, Alemanha e outras duas nações fizeram o anúncio, de acordo com a Associated Press.
Enquanto isso, o Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, transmitiu uma mensagem tranquilizadora aos aliados da América na Conferência de Segurança de Munique, na Alemanha, no sábado. Rubio adotou um tom menos agressivo, mas ainda firme, sobre a intenção do governo Trump de reformular a aliança transatlântica, de acordo com a Associated Press. Ele foi visto acenando ao lado do presidente da Conferência de Segurança de Munique, Wolfgang Ischinger.
Em notícias domésticas, Jim O'Neill, o secretário adjunto de saúde dos EUA, discutiu seus planos para aumentar a expectativa de vida humana por meio de pesquisas focadas na longevidade, apoiadas pela ARPA-H, uma agência federal dedicada à pesquisa biomédica, de acordo com uma entrevista exclusiva à MIT Technology Review. O'Neill supervisionou um departamento com um orçamento de mais de um trilhão de dólares e assinou o memorando de decisão sobre o novo calendário de vacinação dos EUA. No entanto, após a publicação da matéria, a Politico informou que O'Neill deixaria seus cargos atuais no Departamento de Saúde e Serviços Humanos.
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