A terapia celular apresentou resultados promissores no tratamento de doenças autoimunes em crianças e adolescentes, de acordo com a Nature News. Essa terapia celular personalizada pareceu redefinir o sistema imunológico e aliviar sintomas graves em oito pacientes jovens.
Os avanços na área da saúde foram destacados em vários relatórios, incluindo a Nature News. Esses relatórios também mencionaram a experiência de uma mulher com pré-eclâmpsia, ressaltando a gravidade da condição. Simultaneamente, inovações em IA estavam surgindo, como modelos de linguagem de baixo custo e encontros virtuais, conforme relatado pela Nature News. Além disso, um músico com ELA conseguiu voltar a se apresentar usando uma voz gerada por IA, de acordo com a Nature News e outras fontes.
A notícia da terapia celular surgiu quando a política científica da administração Trump estava sendo moldada por uma coalizão de atores, conforme relatado pela Vox. A agenda da administração foi amplamente caracterizada como uma guerra ao progresso científico, mas havia mais na história, de acordo com Marina Bolotnikova, repórter sênior da seção Future Perfect da Vox.
Em outras notícias, a Organização Mundial da Saúde condenou um ensaio de vacina financiado pelos EUA na Guiné-Bissau como antiético, de acordo com a Ars Technica. O ensaio, liderado por pesquisadores dinamarqueses e financiado pelo CDC sob o controverso Secretário de Saúde Robert F. Kennedy Jr., enfrentou críticas generalizadas por suas práticas questionáveis e potenciais danos. Essa condenação seguiu a decisão do CDC de abandonar uma recomendação universal para uma dose de vacina contra hepatite B ao nascer, levantando ainda mais preocupações, de acordo com a Ars Technica.
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