Assaltantes mataram pelo menos 30 pessoas em ataques a aldeias no noroeste da Nigéria, enquanto os militares dos EUA teriam usado um modelo de IA em uma operação na Venezuela, e um antigo gato do Ministério das Relações Exteriores, Palmerston, morreu. Esses eventos, juntamente com uma avalanche nos Alpes franceses e a detenção de uma manifestante palestina nos EUA, destacam uma série de acontecimentos globais.
Na Nigéria, assaltantes armados em motocicletas atacaram três aldeias, resultando na morte de pelo menos 30 pessoas, de acordo com moradores. Os ataques incluíram a queima de casas e lojas. Militares foram enviados para a área, como visto em Doma, estado de Katsina, em 4 de fevereiro, onde o governo enfrenta pressão crescente para restaurar a estabilidade devido à insegurança contínua, conforme relatado pelo The Guardian.
Enquanto isso, os militares dos EUA utilizaram o modelo de IA Claude da Anthropic durante uma operação na Venezuela, de acordo com o Wall Street Journal. Os detalhes específicos da operação não foram divulgados, mas o uso de IA em ações militares marca um desenvolvimento significativo. A Anthropic se recusou a comentar o assunto, mas afirmou que qualquer uso da ferramenta precisava estar em conformidade com suas políticas, conforme relatado pelo The Guardian.
Em outras notícias, Palmerston, o antigo caçador-chefe do Ministério das Relações Exteriores do Reino Unido, faleceu nas Bermudas. O gato, que se aposentou em 2020 após quatro anos de serviço, era uma figura conhecida, e sua morte foi anunciada em sua conta nas redes sociais. Palmerston foi adotado da Battersea Dogs & Cats Home.
Nos Alpes franceses, uma avalanche foi desencadeada por um helicóptero, provocando um alerta máximo em toda a região. O incidente resultou na morte de três esquiadores, e vários grandes resorts de esqui foram forçados a fechar devido ao alto risco de avalanche, conforme relatado pela Al Jazeera. Equipes de emergência haviam intencionalmente desencadeado uma avalanche perto de um resort de esqui em Chamonix como precaução de segurança.
Finalmente, a manifestante palestina Leqaa Kordia descreveu sua experiência sob custódia do ICE como "desumanizante" após ter uma convulsão. Ela teria sido acorrentada a uma cama de hospital e mantida longe de seus advogados e familiares por dias. Defensores expressaram preocupações sobre as medidas que as autoridades estão tomando para detê-la, de acordo com a Al Jazeera.
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