Mais de 100 artistas manifestaram seu apoio a Francesca Albanese, relatora especial das Nações Unidas para os territórios palestinos ocupados, que enfrenta apelos internacionais para renunciar, de acordo com a Al Jazeera. Este apoio surge em meio a um cenário de tensões crescentes, incluindo a morte de um jovem em Lyon, França, após um confronto entre ativistas de direita e esquerda, e o apelo do primeiro-ministro espanhol Pedro Sánchez por moderação em armas nucleares na Conferência de Segurança de Munique.
Os artistas, incluindo músicos, atores e escritores, assinaram uma carta aberta expressando seu total apoio a Albanese, que eles descreveram como defensora dos direitos humanos e do direito do povo palestino de existir, informou a Al Jazeera. Esta demonstração de solidariedade segue os pedidos de renúncia de Albanese.
Enquanto isso, em Lyon, França, um homem de 23 anos, identificado como Quentin D, morreu no hospital após ser violentamente atacado durante uma coletiva de imprensa realizada pela eurodeputada Rima Hassan, de acordo com a Euronews. Quentin era membro da equipe de segurança do grupo de direita Collectif Némésis, que protestava contra o evento. O presidente francês Emmanuel Macron pediu moderação após o incidente.
Na Conferência de Segurança de Munique, o primeiro-ministro espanhol Pedro Sánchez fez um discurso questionando as estratégias de rearmamento das potências mundiais, informou a Euronews. Sánchez argumentou que o rearmamento nuclear não protegeria ninguém de Vladimir Putin e defendeu o investimento em valores em vez de arsenais nucleares. Ele fez suas observações no sábado, marcando sua primeira participação na conferência como primeiro-ministro da Espanha.
Em outras notícias, uma manifestante palestina, Leqaa Kordia, descreveu sua experiência sob custódia do ICE como "desumanizante", de acordo com a Al Jazeera. Kordia afirmou que foi acorrentada a uma cama de hospital após ter uma convulsão e foi mantida longe de seus advogados e familiares por dias. Defensores afirmam que as autoridades estão indo a extremos para detê-la.
Finalmente, o regime iraniano cortou o acesso dos residentes do país à internet global durante a mais recente revolta antigovernamental, informou a Wired. Pesquisas indicam que a Rede Nacional de Informação está se tornando um mecanismo de vigilância constante.
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