Uma paralisação parcial do governo, afetando o Departamento de Segurança Interna (DHS), entrou em vigor na sexta-feira, 14 de fevereiro de 2026, com os legisladores ainda em impasse sobre a aplicação da imigração, de acordo com a ABC News. A paralisação, a terceira interrupção de financiamento desde outubro, ocorreu quando os membros do Congresso estavam em recesso ou participando da Conferência de Segurança de Munique. Simultaneamente, o Secretário de Estado Marco Rubio discursou na conferência, sinalizando o desejo da administração Trump de fortalecer os laços com a Europa, apesar das tensões existentes.
A paralisação do DHS foi desencadeada quando o financiamento se esgotou no final do dia de sexta-feira, conforme relatado pela ABC News. O Diretor do Gabinete de Gestão e Orçamento, Russell Vought, já havia instruído o DHS a começar a implementar planos de paralisação. O próprio Trump indicou que estaria envolvido nas negociações de financiamento do DHS, de acordo com a ABC News.
Na Conferência de Segurança de Munique, o Secretário Rubio fez um discurso sobre política externa, enfatizando a necessidade de revitalizar a aliança transatlântica, conforme relatado pela BBC World. Ele afirmou: "Não procuramos separar, mas revitalizar uma velha amizade e renovar a maior civilização da história humana." Embora tenha criticado as políticas europeias sobre imigração, comércio e clima, seu tom foi notavelmente diferente do discurso do Vice-Presidente JD Vance no mesmo evento no ano anterior, de acordo com a BBC World.
A conferência também viu discussões sobre a evolução da relação entre os EUA e a Europa. O New York Times relatou que os funcionários europeus estavam "reduzindo riscos" em relação aos EUA devido à imprevisibilidade. Quatro anos antes, funcionários americanos haviam apresentado evidências de agressão russa iminente na Ucrânia, que os funcionários europeus inicialmente rejeitaram. Este ano, os papéis se inverteram, com os funcionários americanos se concentrando em negociar para parar os assassinatos, de acordo com o NY Times.
A conferência também forneceu uma plataforma para discussões sobre assuntos internacionais. Michael Allen, um ex-funcionário de segurança nacional da era Bush, discutiu pontos de vista conflitantes sobre assuntos internacionais na conferência, de acordo com a Fox News.
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