A inflação nos Estados Unidos arrefeceu em janeiro, enquanto os militares americanos conduziram ataques de retaliação na Síria e as tensões políticas em torno do Irã se intensificaram. O índice de preços ao consumidor subiu 2,4% nos 12 meses até janeiro, de acordo com o Departamento do Trabalho, marcando o ritmo mais lento desde maio, à medida que os preços da energia e de carros usados caíram (Fonte 1). Simultaneamente, os militares americanos lançaram ataques contra mais de 30 alvos do ISIL na Síria entre 3 e 12 de fevereiro, em resposta à morte de dois soldados americanos e um intérprete no ano passado (Fonte 2). Além disso, as discussões políticas em torno da mudança de regime no Irã foram amplificadas, com o ex-presidente dos EUA, Donald Trump, afirmando que a mudança de regime "seria a melhor coisa que poderia acontecer" (Fonte 3).
A queda da inflação, de 2,7% no mês anterior, pode alimentar argumentos para que o banco central dos EUA corte as taxas de juros, de acordo com alguns analistas (Fonte 1). No entanto, outros alertaram que o progresso em direção à meta de 2% do Federal Reserve pode estagnar se as empresas repassarem os custos das tarifas ou se a escassez de mão de obra aumentar os preços (Fonte 1).
O Comando Central dos EUA (CENTCOM) informou que os ataques na Síria tiveram como alvo a infraestrutura e instalações de armazenamento de armas do ISIL, usando munições de precisão (Fonte 2). Os ataques foram uma resposta direta aos ataques do ano anterior (Fonte 2).
Enquanto isso, em Munique, Alemanha, mais de 200.000 pessoas se manifestaram em apoio a Reza Pahlavi e à mudança de regime no Irã, instando os líderes globais a aumentar a pressão por meio de sanções e intervenção (Fonte 4). A multidão marchou com bandeiras iranianas pré-1979 e entoou slogans, coincidindo com uma reunião de líderes globais na Conferência de Segurança de Munique (Fonte 4). Os comentários de Trump, feitos após visitar as tropas em Fort Bragg, ecoaram os sentimentos daqueles que defendem uma mudança de governo no Irã (Fonte 3).
Em outras notícias, a empresa de tecnologia de moda Alta, inspirada no filme "As Patricinhas de Beverly Hills", está expandindo suas ferramentas de estilo, fazendo parceria com marcas para integrar sua tecnologia em sites (Fonte 5). A empresa, que levantou US$ 11 milhões no ano passado, permite que os usuários criem armários digitais e experimentem roupas virtualmente usando IA (Fonte 5).
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