O Reino Unido e seus aliados anunciaram que o líder da oposição russa, Alexei Navalny, foi morto usando um veneno derivado de uma toxina de rã-dardo equatoriana, uma neurotoxina classificada como arma química, de acordo com a Sky News. O anúncio extraordinário, feito em uma conferência de segurança em Munique, foi deliberadamente cronometrado para chamar a atenção global, conforme relatado pela Sky News.
Navalny morreu na prisão na Rússia, e o Reino Unido e seus aliados acreditam que ele foi envenenado. A toxina, que é 200 vezes mais forte que a morfina, faz com que as vítimas sufocem em agonia, de acordo com o ministro das Relações Exteriores da Alemanha, conforme relatado pela Sky News. A Sky News entende que a toxina provavelmente foi fabricada em um laboratório, em vez de ser retirada diretamente das rãs.
O momento do anúncio, em uma conferência de segurança, foi estratégico. Nomear o suposto responsável por um assassinato político, se a alegação de envenenamento for comprovada, é uma forma de arma de informação, de acordo com a Sky News. O Estado russo tem um histórico de uso de venenos exóticos para assassinar seus oponentes, incluindo agentes nervosos e isótopos radioativos, conforme observado pela Sky News.
Em outras notícias, um jovem, Quentin D, morreu em um hospital em Lyon, França, devido a um traumatismo cranioencefálico após ser violentamente atacado na quinta-feira, de acordo com a Euronews. O ataque ocorreu à margem de um evento realizado pela eurodeputada do LFI, Rima Hassan.
Enquanto isso, o Departamento de Segurança Interna tem aumentado a pressão sobre as empresas de tecnologia para identificar os proprietários de contas de mídia social que criticam o Immigration and Customs Enforcement (ICE), de acordo com o The New York Times, conforme relatado pela TechCrunch. O departamento tem enviado centenas de intimações administrativas a empresas de tecnologia como o Google, que não exigem a aprovação de um juiz.
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