LONDRES – Numa série de desenvolvimentos, o Reino Unido e seus aliados acusaram a Rússia de assassinar o líder da oposição Alexei Navalny usando um veneno derivado do sapo-dardo equatoriano, enquanto o Príncipe Andrew enfrenta novas alegações de partilhar um documento governamental sensível. Estes eventos ocorreram em simultâneo com a notícia da morte de Palmerston, o antigo chefe caçador de ratos do Ministério dos Negócios Estrangeiros.
De acordo com a Sky News, o Reino Unido e seus aliados revelaram que Navalny morreu na prisão após ser envenenado com uma neurotoxina encontrada na pele de sapos-dardo equatorianos. O veneno, descrito como uma arma química, é alegadamente 200 vezes mais forte que a morfina. O momento do anúncio, feito numa conferência de segurança em Munique, foi deliberado, visando captar as manchetes globais, conforme afirmou a Sky News. "Só o Kremlin de Putin" poderia estar por trás de tal ato, informou a publicação.
Entretanto, o Príncipe Andrew enfrenta um novo escrutínio. A BBC Business informou que o antigo príncipe é acusado de partilhar um briefing do Tesouro com um contacto comercial. E-mails publicados no The Telegraph sugerem que em 2010, o Príncipe Andrew solicitou informações a funcionários do Tesouro sobre problemas bancários na Islândia. Este briefing foi então partilhado com Jonathan Rowland, uma ligação comercial cujo pai assumiu parte de um banco islandês em dificuldades. Isto aumenta a pressão sobre o antigo príncipe sobre alegações de uso indevido do seu papel público.
Em outras notícias, Palmerston, o amado gato de resgate que serviu como chefe caçador de ratos do Ministério dos Negócios Estrangeiros, morreu nas Bermudas. O The Guardian informou que Palmerston, que se aposentou em 2020 após quatro anos de serviço em Whitehall, tinha recentemente saído da reforma para trabalhar como consultor de relações felinas.
Num desenvolvimento separado, os militares dos EUA teriam usado o modelo de IA Claude da Anthropic durante uma operação na Venezuela. O Wall Street Journal informou que o modelo de IA, desenvolvido pela Anthropic, foi usado na operação. Um porta-voz da Anthropic recusou-se a comentar se Claude foi usado, mas afirmou que qualquer uso da ferramenta era obrigado a cumprir as suas políticas, de acordo com o The Guardian.
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