A inflação nos Estados Unidos arrefeceu em janeiro, com o índice de preços ao consumidor a subir 2,4% nos 12 meses, o ritmo mais lento desde maio, de acordo com o Departamento do Trabalho. Esta notícia surge quando os militares dos EUA lançaram ataques de retaliação contra alvos do ISIL na Síria, quatro novos astronautas chegaram à Estação Espacial Internacional e mais de 200.000 pessoas manifestaram-se em Munique a favor da mudança de regime no Irão.
A queda da inflação, que desceu de 2,7% no mês anterior, foi atribuída à queda dos preços da energia e dos carros usados, de acordo com a BBC Business. Este desenvolvimento pode influenciar as decisões do Federal Reserve sobre as taxas de juros, levando potencialmente a cortes, como sugerido por alguns. No entanto, outros analistas alertaram que o progresso em direção à meta de 2% do Fed pode estagnar se as empresas repassarem os custos das tarifas ou se a escassez de mão de obra aumentar os preços.
Entretanto, as forças dos EUA realizaram ataques contra mais de 30 alvos do ISIL na Síria entre 3 e 12 de fevereiro, em resposta ao assassinato de dois soldados americanos e um intérprete no ano passado, informou a Al Jazeera. Os ataques tiveram como alvo a infraestrutura e os depósitos de armas do grupo armado.
No espaço, quatro novos astronautas chegaram à Estação Espacial Internacional para substituir uma tripulação que regressou à Terra mais cedo devido a problemas de saúde, informou a Sky News. Os recém-chegados juntaram-se aos três membros da tripulação já a bordo do laboratório de pesquisa orbital.
Na Alemanha, Munique tornou-se um ponto focal para a oposição iraniana no sábado, quando mais de 200.000 pessoas se reuniram para apoiar Reza Pahlavi e defender a mudança de regime, informou a Euronews. A multidão marchou com bandeiras iranianas anteriores a 1979 e entoou slogans enquanto líderes globais se reuniam nas proximidades na Conferência de Segurança de Munique. Pahlavi discursou na conferência, instando os líderes globais a intensificar a pressão através de sanções e intervenção.
Em outras notícias, um juiz federal dos EUA ordenou que alguns deportados venezuelanos enviados para uma notória prisão em El Salvador pela administração Trump fossem autorizados a regressar aos Estados Unidos para lutar pelos seus casos, de acordo com o The Guardian. Luis Muñoz Pinto, um dos deportados, expressou esperança e medo, afirmando: "Ainda não superei esse pesadelo."
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