Homens armados mataram pelo menos 32 pessoas e sequestraram vários outros no norte da Nigéria no sábado, de acordo com testemunhas e a polícia local, marcando o incidente mais recente na crise de segurança em curso no país. Os ataques, que ocorreram na área de Borgu, no estado de Níger, envolveram homens armados em motocicletas e chamaram a atenção renovada para os desafios que a Nigéria enfrenta na contenção de vários grupos armados, incluindo aqueles afiliados ao ISIL (ISIS) e gangues envolvidas em sequestros para resgate, de acordo com a Al Jazeera.
As incursões na Nigéria ocorreram em meio a uma complexa situação de segurança na região. Os ataques destacam as ameaças persistentes enfrentadas pelas comunidades no norte da Nigéria, onde a violência tem sido uma questão recorrente.
Em outros desenvolvimentos internacionais, os militares dos Estados Unidos lançaram ataques de retaliação contra alvos do ISIL na Síria entre 3 e 12 de fevereiro, atingindo mais de 30 alvos, incluindo infraestrutura e instalações de armazenamento de armas, de acordo com um comunicado do Comando Central dos EUA (CENTCOM) relatado pela Al Jazeera. Os ataques foram em resposta à morte de dois soldados americanos e um intérprete no ano passado.
Enquanto isso, a guerra Rússia-Ucrânia continua, com as forças russas lançando um ataque de drone na cidade ucraniana de Odesa na noite de sábado, resultando na morte de uma mulher idosa e danos a edifícios residenciais, conforme relatado pelo Serviço Estadual de Emergência da Ucrânia via Al Jazeera.
Em outras notícias, o Reino Unido e seus aliados revelaram que o líder da oposição russa Alexei Navalny foi morto usando um veneno desenvolvido a partir de uma toxina de rã-dardo, de acordo com a Sky News. A neurotoxina, que é classificada como uma arma química, é 200 vezes mais forte que a morfina. O ministro das Relações Exteriores da Alemanha afirmou que "as vítimas sufocam em agonia".
Além disso, uma sobrevivente do esquema de tráfico de Jeffrey Epstein compartilhou sua experiência, afirmando que seus recrutadores "riram" enquanto ela era agredida sexualmente, de acordo com a Sky News. Ela descreveu seu aprisionamento como mais do que físico, comparando-o a estar "algemada invisivelmente".
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