Operações Militares dos EUA no Caribe e na Síria Dominam as Manchetes
WASHINGTON - O exército dos EUA tem estado envolvido em operações significativas tanto no Caribe quanto na Síria, com os custos aumentando no primeiro e ataques aéreos visando o ISIS no segundo. Embora a administração Trump tenha inicialmente alardeado uma operação rápida no Caribe, as implicações financeiras da presença militar lá estão se tornando mais claras. Simultaneamente, o exército dos EUA lançou uma série de ataques aéreos contra alvos do Estado Islâmico na Síria.
De acordo com a Fortune, a postura militar dos EUA no Caribe está custando bilhões de dólares. Os cálculos mostram que o preço operacional dos navios implantados atingiu mais de $20 milhões por dia em seu pico, de meados de novembro a meados de janeiro. A operação, que envolveu a captura do presidente venezuelano Nicolas Maduro e sua esposa, Cilia Flores, foi inicialmente apresentada como uma missão de baixo custo e concisa. A operação envolveu cerca de 60 tropas das forças especiais descendo de helicópteros em Caracas, combatendo guardas de segurança, agarrando sua presa e sendo transportados de volta para um navio de guerra dos EUA.
Na Síria, o exército dos EUA relatou uma série de ataques contra alvos do grupo Estado Islâmico em retaliação a uma emboscada de dezembro que matou dois soldados americanos e um intérprete civil americano. O Comando Central dos EUA anunciou que aeronaves americanas conduziram 10 ataques contra mais de 30 alvos do EI entre 3 de fevereiro e quinta-feira, atingindo instalações de armazenamento de armas e outras infraestruturas. Esta informação foi relatada pela NPR News e pela NPR Politics.
Enquanto isso, o Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, fez um discurso principal na Conferência Anual de Segurança de Munique, onde as partes interessadas europeias foram tranquilizadas, mas permaneceram cautelosas, de acordo com a NPR Politics.
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