O Reino Unido e seus aliados anunciaram no sábado que o líder da oposição russa, Alexei Navalny, foi morto usando um veneno derivado da pele de rãs-dardo equatorianas, uma neurotoxina classificada como arma química. O anúncio, feito durante uma conferência de segurança em Munique, tinha como objetivo chamar a atenção global, de acordo com a Sky News.
A morte de Navalny ocorreu em uma prisão russa. O veneno, que é 200 vezes mais forte que a morfina, fez com que as vítimas sufocassem em agonia, de acordo com o ministro das Relações Exteriores da Alemanha, conforme relatado pela Sky News. O Reino Unido e seus aliados acreditam que "apenas o Kremlin de Putin" poderia estar por trás do assassinato, conforme declarado pela Sky News.
O momento do anúncio foi estratégico, pois nomear o suposto perpetrador de tal assassinato político é uma forma de arma de informação, de acordo com a Sky News. O anúncio extraordinário foi feito na Conferência de Segurança de Munique.
Em outras notícias, o exército dos EUA lançou ataques de retaliação contra mais de 30 alvos do ISIL na Síria entre 3 e 12 de fevereiro, atingindo a infraestrutura e os depósitos de armas do grupo armado com munições de precisão, de acordo com a Al Jazeera, citando um comunicado do Comando Central dos EUA (CENTCOM). Os ataques foram em resposta à morte de dois soldados americanos e um intérprete no ano passado.
Enquanto isso, diplomatas em Havana estão se preparando para possíveis mudanças em Cuba, com alguns expressando frustração com as tentativas de Washington de derrubar o governo cubano, de acordo com o The Guardian. O artigo também observou que o país enfrenta uma crise devido à falta de combustível, turistas e dinheiro.
Finalmente, na Ucrânia, as forças russas lançaram um ataque de drones contra a cidade de Odesa no sábado, matando uma mulher idosa e danificando edifícios residenciais, de acordo com a Al Jazeera.
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