O Secretário Adjunto de Saúde dos EUA, Jim O'Neill, figura chave na definição das diretrizes de vacinação do país, está deixando seus cargos no Departamento de Saúde e Serviços Humanos, de acordo com a MIT Technology Review. Simultaneamente, as preocupações com o aumento dos preços da carne bovina e o crescente apoio da China à guerra da Rússia na Ucrânia estão estampando as manchetes, enquanto líderes dos EUA e da Europa navegam por cenários políticos em mudança.
O'Neill, que supervisionou um departamento com um orçamento superior a um trilhão de dólares e assinou o memorando de decisão sobre o controverso novo calendário de vacinação, também era um entusiasta da longevidade, de acordo com a MIT Technology Review. Em uma entrevista exclusiva, O'Neill discutiu planos para aumentar a expectativa de vida humana por meio de pesquisas focadas na longevidade.
Enquanto isso, os preços da carne bovina dispararam, com a categoria de carne bovina e vitela subindo 15% no último ano, em janeiro, de acordo com a Fortune. A carne moída crua atingiu um novo recorde, com os ganhos se destacando do restante da cesta de compras do consumidor. Os preços do frango subiram apenas 1,1% nos últimos 12 meses, enquanto o leite pouco mudou. A Casa Branca tem sido pressionada a responder aos custos crescentes, com o presidente Donald Trump prometendo aumentar a concorrência no processamento de carne bovina, de acordo com a Fortune.
O apoio da China à guerra da Rússia na Ucrânia também se intensificou, disseram autoridades ocidentais, lançando dúvidas sobre os esforços europeus para melhorar as relações com Pequim, de acordo com a Fortune. A China é o principal facilitador da guerra, particularmente por meio da exportação de componentes de uso duplo e minerais críticos usados na produção de drones russos, disseram autoridades. O presidente Xi Jinping tornou-se mais assertivo no apoio a Vladimir Putin, tornando mais desafiador para os europeus persuadir a China a ajudar a acabar com a guerra, de acordo com a Fortune.
Na Europa, o governador da Califórnia, Gavin Newsom, discursou na Conferência de Segurança de Munique, garantindo aos aliados que a influência do ex-presidente Donald Trump é temporária, de acordo com a Fortune. Newsom previu que Trump enfrentaria contratempos legais e instou os líderes a manter parcerias subnacionais estáveis com os estados dos EUA. O Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, também fez um discurso principal na conferência, com as partes interessadas europeias tranquilizadas, mas ainda cautelosas, de acordo com a NPR Politics.
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