Onze palestinos foram mortos em ataques israelenses em Gaza na manhã de domingo, de acordo com a defesa civil palestina e autoridades de saúde, conforme relatado pela BBC World. Os ataques, que as Forças de Defesa de Israel (IDF) disseram ter como alvo alvos terroristas em resposta a violações do cessar-fogo pelo Hamas, incluíram um ataque a um acampamento de tendas no norte de Gaza que matou pelo menos seis pessoas e outro no sul da faixa que matou cinco.
A violência em curso ocorre em meio a um cenário geopolítico complexo. A Al Jazeera informou que, mais de cem dias após o cessar-fogo em Gaza, os ataques israelenses continuam, resultando em centenas de mortes palestinas. A situação é ainda mais complicada pelo Conselho de Paz do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que está avançando com planos de reconstrução de Gaza sem qualquer representação palestina em sua liderança, levantando questões sobre a possibilidade de uma mudança significativa. O autor e analista de Gaza, Jehad Abusalim, conversou com Marc Lamont Hill sobre o Conselho de Paz de Trump, discutindo se os palestinos de Gaza terão voz na formação de seu futuro, conforme relatado pela Al Jazeera.
Em outros desenvolvimentos internacionais, cinco países europeus afirmaram que testes laboratoriais concluíram que o líder da oposição russa, Alexey Navalny, foi morto em 2024 por uma rara toxina de rã-dardo enquanto cumpria uma pena de 19 anos em uma prisão na Sibéria, conforme relatado pela Al Jazeera. Moscou rejeitou a alegação, insistindo que ele morreu de causas naturais.
Enquanto isso, o governo israelense aprovou uma proposta para registrar grandes áreas da Cisjordânia ocupada como propriedade estatal, pela primeira vez desde a ocupação israelense do território em 1967, de acordo com a Al Jazeera. A proposta foi apresentada pelo ministro das Finanças de extrema-direita, Bezalel Smotrich, pelo ministro da Justiça, Yariv Levin, e pelo ministro da Defesa, Israel Katz. "Estamos continuando a revolução dos assentamentos para controlar todas as nossas terras", disse Smotrich.
Em um desenvolvimento separado, o Wall Street Journal revelou que os militares dos EUA usaram o modelo de IA Claude da Anthropic durante uma operação para sequestrar Nicolás Maduro da Venezuela, conforme relatado pelo The Guardian. Um porta-voz da Anthropic se recusou a comentar se Claude foi usado na operação, mas afirmou que qualquer uso da ferramenta era obrigado a cumprir suas políticas.
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