A Ring da Amazon encerrou sua parceria com a empresa de vigilância Flock Safety após reação pública, enquanto o chefe da gigante portuária DP World, com sede em Dubai, renunciou devido ao escrutínio sobre seus laços com Jeffrey Epstein. Adicionalmente, um juiz federal dos EUA decidiu que um deportado venezuelano pode retornar aos EUA, e o exército americano teria usado o modelo de IA Claude da Anthropic em uma operação na Venezuela.
A Ring, a empresa de campainhas inteligentes de propriedade da Amazon, cancelou seu acordo com a Flock Safety, uma empresa que opera uma rede de câmeras e leitores de placas de veículos, usada principalmente pela polícia e agências de aplicação da lei nos EUA. O acordo, anunciado em outubro, teria permitido que agências que trabalham com a Flock acessassem vídeos capturados em dispositivos Ring para investigações, mediante consentimento do cliente. A decisão de encerrar a parceria veio logo após um anúncio da Ring ter ido ao ar durante o Super Bowl, o que gerou críticas generalizadas em relação às práticas de privacidade. (Fontes 1, 3)
Sultan Ahmed bin Sulayem, o chefe da operadora global de portos DP World, renunciou ao cargo de presidente e diretor executivo. Sua saída ocorreu após pressão crescente devido às suas conexões com o criminoso sexual condenado Jeffrey Epstein. Arquivos recém-divulgados revelaram que Sulayem trocou centenas de e-mails com Epstein ao longo de uma década. A DP World anunciou sua renúncia "com efeito imediato" e nomeou Essa Kazim como presidente e Yuvraj Narayan como diretor executivo. (Fonte 2)
Um juiz federal dos EUA ordenou que alguns venezuelanos deportados pelo governo Trump para uma prisão em El Salvador devem ter permissão para retornar aos Estados Unidos para lutar por seus casos. Luis Muñoz Pinto, um deportado de 27 anos, expressou esperança e medo em relação à decisão, afirmando: "Ainda não superei esse pesadelo." (Fonte 4)
Além disso, o exército americano teria usado o modelo de IA Claude da Anthropic durante uma operação na Venezuela. O Wall Street Journal informou que Claude foi utilizado por meio da parceria da Anthropic com a Palantir Technologies. Um porta-voz da Anthropic se recusou a comentar sobre o uso específico de Claude na operação, mas afirmou que qualquer uso da ferramenta precisava estar em conformidade com suas políticas. (Fonte 5)
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