Atletas americanos enfrentaram tanto triunfos quanto tribulações nos Jogos Olímpicos de Inverno de 2026 em Milão-Cortina, Itália, com a estrela em ascensão Jordan Stolz garantindo uma segunda medalha de ouro na patinação de velocidade, enquanto o patinador artístico Ilia Malinin e a esquiadora alpina Mikaela Shiffrin lidavam com as pressões da competição.
Stolz, já campeão após vencer a prova de 1000 metros, conquistou a vitória na prova de 500 metros, estabelecendo um novo recorde olímpico com o tempo de 33,77 segundos, de acordo com a Time. Seu treinador, Bob Corby, lembrou-o antes da corrida que a reta oposta seria crucial, instando-o a "queimar, como você nunca queimou antes". A performance de Stolz solidificou seu status como bicampeão olímpico.
Enquanto isso, o patinador artístico Ilia Malinin vivenciou um momento difícil no maior palco do mundo, caindo repetidamente durante seu programa de patinação livre. Essa experiência, de acordo com a NPR News, é algo que muitos grandes atletas olímpicos suportaram. A Dra. Sahen Gupta, psicóloga de desempenho esportivo, observou que a experiência "tem muitas semelhanças com o luto".
A lenda do esqui alpino dos EUA, Mikaela Shiffrin, continuou em busca de uma medalha, mas ficou aquém no slalom gigante. Shiffrin, que venceu mais corridas da Copa do Mundo do que qualquer outro esquiador na história, está ficando sem chances de medalhar nos Jogos de Inverno de 2026, de acordo com a NPR News.
As Olimpíadas também destacaram temas mais amplos, como os desafios psicológicos enfrentados pelos atletas. A NPR News relatou que as dificuldades de Malinin exemplificaram o fenômeno do "yips", que pode ser uma jornada dolorosa para os atletas.
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