A Califórnia está importando quantidades recordes de gasolina das Bahamas, uma rota dispendiosa e indireta impulsionada pela diminuição da capacidade de produção de combustível, regulamentações ambientais rigorosas e uma brecha na lei marítima, de acordo com um relatório da Fortune. Em novembro, o estado importou mais gasolina do que nunca, com mais de 40 carregamentos originários das Bahamas. Essa longa jornada aumenta os já altos preços da gasolina na Califórnia.
O padrão de envio incomum é resultado de vários fatores. A Califórnia enfrenta a redução da capacidade de refino de petróleo e regulamentações ambientais rigorosas, tornando dispendioso para as empresas de energia operarem lá, de acordo com a Fortune. O estado também carece de oleodutos interestaduais, complicando ainda mais a distribuição de combustível. A situação é agravada por uma brecha na lei marítima de 106 anos, que permite a rota de envio incomum.
Em outras notícias, a Conferência de Segurança de Munique foi recentemente concluída, com líderes europeus expressando o desejo de se tornarem menos dependentes dos Estados Unidos, conforme relatado pela NPR Politics. A conferência abordou várias questões globais, incluindo o futuro das relações transatlânticas.
Enquanto isso, Bangladesh realizou o que observadores descreveram como sua primeira eleição justa em quase duas décadas, conforme relatado pela NPR Politics. O Partido Nacionalista de Bangladesh garantiu uma vitória esmagadora, e os vencedores agora enfrentam o desafio de combater a corrupção e revitalizar a economia do país.
Em Minnesota, uma "pequena" força de segurança federal permanecerá após a conclusão de uma operação de aplicação de imigração, de acordo com o czar de fronteira da Casa Branca, Tom Homan, conforme relatado pela NPR News. Homan afirmou que a operação já havia removido mais de 1.000 pessoas, com várias centenas a serem removidas até o início da semana. Os agentes restantes concluirão as investigações.
Finalmente, um estudo sugere que a ingestão moderada de cafeína pode reduzir o risco de demência, de acordo com um relatório na Nature News. O estudo, que analisou décadas de dados, encontrou uma ligação entre o consumo de café e o envelhecimento cerebral mais lento.
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