O ex-ministro da Energia da Ucrânia, German Galushchenko, foi detido ao tentar deixar o país, anunciaram as autoridades. A prisão ocorre após Galushchenko ter sido implicado em um suposto escândalo de corrupção envolvendo um esquema de desvio de 100 milhões (75 milhões), de acordo com a BBC World. O ex-ministro foi apreendido em um trem, e seu destino pretendido permanece desconhecido.
Em outras notícias, o deputado republicano Thomas Massie expressou sua desaprovação da conduta da Procuradora-Geral Pam Bondi em relação à divulgação de arquivos do Departamento de Justiça relacionados a Jeffrey Epstein. Massie afirmou que não confiava em Bondi, dizendo à ABC News: "Eu não acho que ela se saiu muito bem." Ele acrescentou que Bondi "veio com um livro cheio de insultos, um para cada congressista."
Enquanto isso, o FBI está analisando uma luva recuperada que parece corresponder àquelas usadas por um suspeito no desaparecimento de Nancy Guthrie. A luva, encontrada em um campo perto da casa de Guthrie em Tucson, Arizona, tem resultados preliminares de testes de DNA, de acordo com o FBI, conforme relatado pela BBC World. A agência aguarda "controle de qualidade e confirmação oficial" antes de inserir um "perfil masculino desconhecido" em seu banco de dados.
A administração Trump também está considerando o envolvimento no caso de um manifestante que queimou um Alcorão em Londres, de acordo com a Fox News. Os promotores do Reino Unido estão buscando restabelecer a condenação do manifestante, e as autoridades estão discutindo a concessão de status de refugiado a Hamit Coskun se o Crown Prosecution Service vencer seu recurso. Um alto funcionário da administração dos EUA disse ao The Telegraph que o caso é um dos vários que a administração está monitorando.
Finalmente, o apresentador do "Real Time", Bill Maher, pareceu confundir dióxido de carbono e monóxido de carbono ao criticar o Secretário do Interior Doug Burgum sobre a revogação, pela administração Trump, das regras de gases de efeito estufa da era Obama, conforme relatado pela Fox News. Maher chamou a revogação de "a maior sacanagem da história americana."
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