As forças ucranianas e civis enfrentaram ataques em múltiplas frentes, enquanto outras regiões lutavam com as consequências de conflitos e corrupção. No domingo, 16 de fevereiro de 2026, as forças russas lançaram ataques em toda a Ucrânia, ferindo várias pessoas, de acordo com a Ukrinform. Simultaneamente, em Gaza, ataques aéreos israelenses resultaram em pelo menos 11 mortes, conforme relatado por autoridades locais, e um ex-ministro da energia ucraniano foi detido ao tentar deixar o país em meio a uma investigação de corrupção, de acordo com o Gabinete Nacional Anticorrupção da Ucrânia (NABU).
Na Ucrânia, os ataques de domingo feriram seis pessoas na região de Dnipropetrovsk, três na região de Sumy e duas em Zaporizhzhia, conforme citado pela Ukrinform. O presidente ucraniano Volodymyr Zelenskyy afirmou que a Rússia lançou aproximadamente 1.300 drones, 1.200 bombas aéreas guiadas e dezenas de mísseis balísticos contra a Ucrânia.
Enquanto isso, em Gaza, os ataques aéreos, que incluíram uma explosão em um acampamento de tendas que abrigava famílias deslocadas, levaram as Forças de Defesa de Israel (IDF) a alegar que as ações foram em resposta a violações de cessar-fogo pelo Hamas. Um frágil cessar-fogo estava em vigor desde outubro, mas mais de 570 palestinos foram mortos desde então, de acordo com o ministério da saúde de Gaza, administrado pelo Hamas, conforme relatado pela Sky News.
Somando-se às complexidades, a busca por entes queridos desaparecidos continuou. Na cidade de Gaza, Hanaa al-Mabhuh estava procurando por seu filho desaparecido entre os corpos devolvidos por Israel, de acordo com a Al Jazeera. Ela foi vista movendo-se entre um salão exibindo fotografias de corpos e o necrotério do Hospital al-Shifa, procurando qualquer vestígio de seu filho mais novo.
Em um desenvolvimento separado, o ex-ministro da energia ucraniano Herman Halushchenko foi detido no domingo ao tentar cruzar a fronteira ucraniana, de acordo com o NABU. Halushchenko havia renunciado em novembro passado em meio a um escândalo de corrupção em larga escala.
Em outros lugares, a família de um manifestante iraniano foi forçada a pagar pela bala que matou seu filho, de acordo com a Sky News. Nasrin, cujo sobrinho Hooman foi morto durante protestos no Irã, compartilhou os detalhes dolorosos do evento. O jovem de 37 anos havia se juntado às manifestações contra o regime quando foi morto. "Eles tiveram que pagar pela bala que matou seu filho", disse Nasrin, expressando raiva e descrença.
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