O líder norte-coreano Kim Jong Un inaugurou um novo distrito residencial em Pyongyang para famílias de soldados mortos na guerra na Ucrânia, de acordo com relatos da mídia estatal em 16 de fevereiro de 2026. Este evento ocorre em um momento em que agências de inteligência da Coreia do Sul e nações ocidentais relataram que a Coreia do Norte enviou milhares de soldados para lutar pela Rússia, com Seul estimando aproximadamente 2.000 baixas.
A habitação recém-construída foi exibida durante uma cerimônia presidida por Kim Jong Un, conforme relatado pela Al Jazeera, citando a KCNA via Reuters. A cúpula ocorreu em 16 de fevereiro de 2026. Especialistas sugeriram que a Coreia do Norte recebe ajuda financeira e tecnologia militar em troca de seu apoio à Rússia.
Em outras notícias internacionais, o Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, instou os países europeus a colaborar com os EUA para construir um "novo século ocidental" durante a Conferência de Segurança de Munique no sábado, de acordo com a Al Jazeera. Rubio descreveu os laços EUA-Europa como "civilizacionais", afirmando: "Fazemos parte de uma civilização - a civilização ocidental."
Enquanto isso, a Índia está sediando uma cúpula de inteligência artificial esta semana em Nova Délhi, reunindo chefes de estado e executivos de tecnologia para discutir questões críticas, incluindo a interrupção de empregos e a segurança infantil, conforme relatado pela Al Jazeera. O primeiro-ministro Narendra Modi deveria inaugurar a Cúpula de Impacto de IA de cinco dias na tarde de segunda-feira, com o objetivo de estabelecer um roteiro compartilhado para a governança e colaboração global de IA.
Em desenvolvimentos separados, um homem acusado de matar 15 pessoas em um tiroteio em uma celebração de Hanukkah em Bondi Beach, na Austrália, compareceu ao tribunal na segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026, de acordo com a Sky News. Naveed Akram, de 24 anos, compareceu por videoconferência da prisão e permaneceu em silêncio durante a audiência. Seu advogado afirmou que era muito cedo para indicar como ele se declararia em relação às acusações.
Além disso, uma família no Irã foi supostamente forçada a pagar pela bala que matou seu filho durante os protestos recentes, relatou a Sky News. Nasrin, cujo sobrinho Hooman foi morto durante as manifestações, compartilhou os detalhes dolorosos, afirmando: "Eles tiveram que pagar pela bala que matou seu filho." O jovem de 37 anos havia se juntado aos protestos contra o regime em Lahijan quando foi morto.
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