Duas pessoas, incluindo uma criança, foram mortas em uma explosão de bomba em motocicleta perto de uma delegacia de polícia em Bannu, Paquistão, na segunda-feira, de acordo com a Sky News. O ataque, que também feriu uma dúzia de outras pessoas, ocorreu na província de Khyber Pakhtunkhwa, na fronteira com o Afeganistão. Enquanto isso, em incidentes separados, um plano para massacrar judeus em Manchester foi frustrado, os desaparecimentos no México continuam a aumentar e uma família no Irã foi forçada a pagar pela bala que matou seu filho durante os protestos.
A bomba no Paquistão, conforme relatado pela Sky News, explodiu perto de uma delegacia de polícia, com o oficial de polícia local Fida Mohammad confirmando as vítimas. Os feridos foram levados para um hospital próximo, mas nenhum grupo reivindicou imediatamente a responsabilidade pelo ataque. Este incidente destaca a instabilidade contínua na região.
No Reino Unido, uma operação secreta frustrou um massacre planejado de judeus em Manchester. O Guardian informou que Walid Saadaoui e Amar Hussein foram condenados à prisão perpétua por seu plano, que envolvia ataques contra a comunidade judaica. Saadaoui, que havia jurado lealdade ao Estado Islâmico, estava vivendo uma vida aparentemente comum antes de sua prisão.
Em outros lugares, o México está lutando com um aumento dramático nos desaparecimentos. O Guardian observou que os desaparecimentos aumentaram em 200% na última década, com mais de 130.000 pessoas atualmente consideradas desaparecidas. Ángel Montenegro, um trabalhador da construção civil, foi um dos muitos que desapareceram, sumindo em agosto de 2022.
No Irã, a família de um manifestante foi forçada a pagar pela bala que o matou. A Sky News informou que Nasrin, cujo sobrinho Hooman foi morto durante os protestos, compartilhou os detalhes dolorosos. "Eles tiveram que pagar pela bala que matou seu filho", disse ela. Hooman, de 37 anos, havia se juntado às manifestações contra o regime quando foi morto.
Finalmente, funcionários atuais e antigos das Nações Unidas defenderam Francesca Albanese, a relatora especial da ONU sobre os territórios palestinos ocupados, depois que ela enfrentou ataques de uma ONG pró-Israel e de vários funcionários do governo europeu, de acordo com a Al Jazeera. Albanese, que é nomeada pelo Conselho de Direitos Humanos da ONU, tem sido submetida a repetidos ataques de figuras pró-Israel.
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