A ByteDance, a gigante tecnológica chinesa, está a tomar medidas para restringir a sua ferramenta de criação de vídeos com IA, Seedance, após uma carta de cessação e desistência da Disney e reclamações de outras empresas de entretenimento em relação à violação de direitos de autor. Simultaneamente, os funcionários da Brewdog estão a expressar preocupações sobre potenciais planos de venda, enquanto o governo do Reino Unido está a considerar regulamentações mais rigorosas para a IA e segurança online.
De acordo com múltiplos relatos da BBC, a Disney enviou uma carta de cessação e desistência à ByteDance na sexta-feira, acusando a empresa de fornecer Seedance, uma ferramenta de criação de vídeos com IA, que alegadamente infringe os seus direitos de autor. Vídeos criados usando a versão mais recente do Seedance ganharam recentemente popularidade online, com alguns utilizadores a elogiar o seu realismo. No entanto, esta tendência levantou alarmes entre os estúdios de Hollywood.
Em outras notícias, os funcionários da Brewdog estão alegadamente "chateados e preocupados" com potenciais planos de venda da gigante da cerveja artesanal. O sindicato Unite afirmou que os membros da equipa receberam apenas um único e-mail da alta administração, com alguns a tomarem conhecimento da potencial venda através de relatos da imprensa. Especialistas financeiros da AlixPartners foram contratados para atrair novos investidores, uma medida que poderá levar à divisão da empresa sediada em Aberdeenshire, de acordo com a PA Media. A Brewdog, num e-mail para a equipa visto pela BBC Scotland News, descreveu a decisão como um "passo normal e prudente".
Enquanto isso, o governo do Reino Unido está a planear responder mais rapidamente para fechar lacunas nas leis destinadas a proteger as crianças online. De acordo com a BBC Technology, o Primeiro-Ministro Sir Keir Starmer prometeu abordar questões relacionadas com chatbots de IA, semelhante à resposta do governo ao X (anteriormente Twitter) em relação ao seu assistente de IA Grok. As propostas do governo também incluem medidas que exigem que as gigantes tecnológicas preservem todos os dados no telemóvel de uma criança, caso esta morra.
A notícia surge quando Tamar Abrams, de 69 anos, recordou ter sido influenciada por comerciais de televisão que promoviam o medicamento GLP-1 Ozempic. De acordo com o New York Times, Abrams, que estava a lutar com problemas de saúde, recordou os comerciais como alegres e encontrou-se a cantar a melodia.
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