Os desaparecimentos no México aumentaram 200% na última década, com mais de 130.000 pessoas atualmente consideradas desaparecidas, de acordo com The Guardian. Este aumento alarmante ocorre à medida que os cartéis de drogas expandem suas operações, contribuindo para um clima de medo e incerteza. Enquanto isso, na Argentina, as dificuldades econômicas levaram muitos residentes a fazer empréstimos para cobrir as necessidades básicas, e em Bangladesh, o líder interino está renunciando para dar lugar a um novo governo.
O The Guardian informou que o aumento nos desaparecimentos deixou famílias como a de Ángel Montenegro, um trabalhador da construção civil de 31 anos que desapareceu em agosto de 2022, buscando desesperadamente respostas. Manifestações exigindo justiça para os desaparecidos, como os 43 estudantes de Ayotzinapa, tornaram-se uma visão comum na Cidade do México.
Em todo o mundo, as dificuldades econômicas também estão impactando os cidadãos. A Al Jazeera informou que na Argentina, a pressão financeira se tornou tão severa que os residentes estão cada vez mais dependendo de empréstimos para arcar com as necessidades diárias. Diego Nacasio, um vendedor, compartilhou com a Al Jazeera que ele e sua esposa, que também trabalha em tempo integral, veem seus salários esgotados em meados do mês, forçando-os a procurar empregos extras.
Em outras notícias, o líder interino de Bangladesh, Muhammad Yunus, anunciou sua renúncia para permitir que o governo recém-eleito assumisse, conforme relatado pela Al Jazeera. Yunus fez o anúncio em uma transmissão de despedida à nação.
Além disso, apoiadores de Alexey Navalny se reuniram em seu túmulo em Moscou para lamentá-lo dois anos após sua morte em uma colônia penal no Ártico, conforme relatado pela Al Jazeera. Cinco países europeus afirmaram que Navalny foi envenenado com toxina de rã-dardo, uma alegação que a Rússia nega, atribuindo sua morte a causas naturais.
Finalmente, Israel está tomando medidas para apertar seu controle sobre a Cisjordânia ocupada, de acordo com a Al Jazeera. O governo israelense aprovou uma medida para reativar o registro de terras na área pela primeira vez desde 1967, o que poderia levar Israel a obter a propriedade de vastas faixas de terra que os palestinos esperavam que fizessem parte de seu futuro estado.
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