O CEO do Lloyds Banking Group, Charlie Nunn, reconheceu preocupações em relação ao uso de dados de funcionários em negociações salariais, enquanto, um homem foi acusado de crimes relacionados ao terrorismo por planejar um ataque em um show de Taylor Swift em Viena em agosto de 2024. Simultaneamente, o governo Trump enfrentou acusações de ofuscar a verdade ao divulgar uma lista de nomes dos arquivos Epstein, e as negociações sobre o financiamento da Segurança Interna dos EUA estagnaram, levando a uma paralisação parcial do governo. Em outras notícias, uma operação secreta frustrou um complô do EI para massacrar judeus em Manchester.
O executivo-chefe do Lloyds Banking Group, Charlie Nunn, admitiu preocupações sobre o uso pela empresa de dados de contas bancárias de funcionários em discussões salariais, de acordo com a BBC Business. O banco havia comparado os hábitos de gastos dos funcionários com os do público em geral para avaliar como os funcionários estavam enfrentando a crise do custo de vida. Nunn afirmou que a empresa "definitivamente ouviu" as críticas.
Na Áustria, um homem de 21 anos foi acusado de crimes relacionados ao terrorismo por supostamente planejar um ataque em um show de Taylor Swift em Viena em agosto de 2024, conforme relatado pela Sky News. A cantora cancelou suas três datas da turnê Eras em Viena pouco antes das apresentações programadas.
Enquanto isso, o governo Trump foi acusado de "intencionalmente turvar as águas" ao divulgar uma lista de centenas de nomes mencionados nos arquivos Epstein, de acordo com a Sky News. A lista, enviada ao Congresso pela Procuradora-Geral Pam Bondi, incluía políticos e celebridades de alto escalão, embora ser nomeado não implicasse em irregularidades.
O Departamento de Segurança Interna dos EUA (DHS) ficou sem financiamento no fim de semana, resultando em uma paralisação parcial do governo, relatou a Al Jazeera. As negociações entre republicanos e democratas estagnaram, pois o Congresso estava em recesso até 23 de fevereiro. Os democratas exigiram mudanças nas operações de imigração do DHS após dois tiroteios fatais em Minneapolis.
No Reino Unido, uma operação secreta frustrou um complô do Estado Islâmico para massacrar judeus em Manchester, conforme detalhado em um podcast do The Guardian. O complô envolveu dois terroristas do EI.
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