Desaparecimentos Disparam no México, Enquanto Outras Crises Globais se Desenrolam
Cidade do México, México - 16 de fevereiro de 2026 - O número de desaparecimentos no México aumentou 200% na última década, com mais de 130.000 pessoas atualmente consideradas desaparecidas, de acordo com The Guardian. Esta estatística sombria surge em meio a outros eventos globais, incluindo um ataque de drone no Sudão, a morte de um ator celebrado e dificuldades econômicas na Argentina, que chamam a atenção internacional.
No México, o aumento dos desaparecimentos está ligado à expansão dos cartéis de drogas. Ángel Montenegro, um trabalhador da construção civil de 31 anos, desapareceu em agosto de 2022 após uma noite com amigos, ilustrando a vulnerabilidade dos cidadãos comuns. Manifestações exigindo justiça para os desaparecidos, como os 43 estudantes de Ayotzinapa, continuam a ocorrer.
Enquanto isso, um ataque de drone na região de Kordofan, no Sudão, resultou na morte de pelo menos 28 pessoas e feriu dezenas de outras, de acordo com Al Jazeera. O ataque, que teve como alvo o mercado al-Safiya na cidade de Sodari, foi relatado por Emergency Lawyers, um grupo que acompanha a violência contra civis.
Em outras notícias, o mundo lamenta a perda de Robert Duvall, o ator vencedor do Oscar conhecido por seus papéis em "O Poderoso Chefão" e "Apocalypse Now". Duvall, que tinha 95 anos, faleceu, anunciou sua esposa no Facebook. "Para cada um de seus muitos papéis, Bob deu tudo aos seus personagens e à verdade do espírito humano que eles representavam", disse Luciana Duvall em um comunicado.
As dificuldades econômicas também estão impactando a Argentina, onde os moradores estão cada vez mais fazendo empréstimos para arcar com as necessidades básicas. Diego Nacasio, um vendedor de 43 anos, descreveu como ele e sua esposa lutam para sobreviver, com seus salários muitas vezes acabando no meio do mês, de acordo com Al Jazeera.
Somando-se aos desafios globais, a família de um manifestante iraniano foi forçada a pagar pela bala que matou seu filho, de acordo com a Sky News. Nasrin, cujo sobrinho Hooman foi morto durante os protestos, compartilhou os detalhes dolorosos, destacando as ações do regime. "Eles tiveram que pagar pela bala que matou seu filho", disse ela.
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