O diretor executivo do Lloyds Banking Group, Charlie Nunn, reconheceu as preocupações sobre o uso pela empresa de dados de contas bancárias de funcionários em negociações salariais, de acordo com um relatório da BBC Business. A revelação, que envolveu a comparação dos hábitos de gastos dos funcionários com o público em geral, gerou críticas e levou Nunn a afirmar que o banco "definitivamente ouviu".
A controvérsia surgiu depois que o Lloyds, o maior credor do Reino Unido, examinou dados de funcionários que tinham conta no banco. Isso incluiu suas taxas de poupança e aumentos salariais, particularmente os dos trabalhadores com os salários mais baixos. O banco então avaliou essas informações em relação aos dados de seus clientes como parte das negociações salariais. Os comentários de Nunn foram em resposta às preocupações levantadas, conforme relatado pela BBC Business.
Em outras notícias de negócios, seis empresas ligadas a Sarah Ferguson, a ex-Duquesa de York, estão sendo liquidadas, de acordo com documentos arquivados na Companies House, conforme relatado pela BBC Business. Ferguson é diretora de todas as seis empresas, que devem ser retiradas do registro em dez dias, a menos que seja demonstrada uma causa legal para impedi-lo. As atividades das empresas não são claras, embora uma esteja relacionada a relações públicas e outra ao varejo. Seu fechamento segue outras revelações dos arquivos Epstein.
Enquanto isso, no setor de tecnologia, uma reunião significativa de líderes está acontecendo na Cúpula de Impacto de IA na Índia esta semana, conforme relatado pela BBC Technology e BBC Business. A cúpula reúne chefes de tecnologia, políticos, cientistas, acadêmicos e ativistas para discutir como gerenciar a revolução da IA. O evento é particularmente notável porque está sendo realizado no Sul Global, uma região que corre o risco de ficar para trás na corrida da IA. A Cúpula de Ação de IA do ano passado viu uma luta pelo poder entre alguns países ocidentais.
Em outras notícias, Tamar Abrams, 69 anos, se viu recorrendo ao medicamento Ozempic após um período difícil em sua vida, de acordo com um relatório no New York Times. Após a perda de seus pais, o fim de um relacionamento e a aposentadoria, Abrams lutou com seu peso e saúde. Ela se lembrou dos comerciais alegres do Ozempic, que promoviam o medicamento GLP-1 para diabetes e perda de peso, e se viu cantarolando o jingle.
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