O aquecimento, que representa quase metade da demanda global de energia, pode ter uma alternativa potencial com o desenvolvimento de um fluido capaz de armazenar energia solar por meses, de acordo com um estudo recente. Simultaneamente, os EUA e o Irã estão programados para realizar uma segunda rodada de negociações nucleares em Genebra, enquanto pesquisadores também estão explorando os efeitos colaterais de medicamentos para perda de peso e os desafios que as famílias enfrentam ao cuidar de pacientes com demência.
A pesquisa sobre armazenamento de energia solar, detalhada em um estudo recente, foca no armazenamento de energia solar molecular (MOST). Essa abordagem visa aprisionar a energia solar dentro das ligações de uma molécula, permitindo que ela libere calor sob demanda. "Embora tenha sido a próxima grande novidade por décadas, nunca realmente decolou", de acordo com a Fonte 1 (Ars Technica).
Em Genebra, os EUA e o Irã estão se preparando para sua segunda rodada de discussões sobre o programa nuclear iraniano. As negociações ocorrem à medida que os Estados Unidos aumentam sua presença militar no Oriente Médio, e o Irã conduz exercícios marítimos em larga escala, conforme relatado pela Fonte 2 (NPR Politics). A reunião ocorreu na terça-feira, 17 de fevereiro de 2026.
Enquanto isso, famílias que cuidam de pacientes com demência enfrentam desafios significativos. O Dr. Marc Rothman, um geriatra que faz visitas domiciliares, observou que as famílias costumam "entrar sorrateiramente em crise", à medida que são engolidas pelas exigências de cuidados. "Você precisa essencialmente criar um lar de idosos para um – é incrivelmente complicado", disse Rothman, que também é CEO da Lizzy Care, uma empresa de tecnologia que auxilia famílias com cuidados de demência, de acordo com a Fonte 3 (NPR News).
Em outras notícias, pesquisadores fizeram uma descoberta na tecnologia de baterias de íons de lítio. Usando uma técnica pioneira, eles conseguiram detectar camadas nanoscópicas de carboximetilcelulose (CMC) e aglomerados de borracha de estireno-butadieno (SBR) em partículas de grafite em um ânodo de íons de lítio feito em laboratório, de acordo com a Fonte 4 (Phys.org).
Finalmente, o uso de medicamentos GLP-1 para perda de peso aumentou, com o número de usuários mais que dobrando desde 2024. Embora fadiga e náuseas sejam efeitos colaterais comuns, novos sintomas estão surgindo à medida que mais pessoas usam o medicamento. A Dra. Sera Lavelle, psicóloga clínica, observou esses novos efeitos colaterais, de acordo com a Fonte 5 (Vox).
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