Discussões sobre segurança da IA e negociações nucleares de alto risco dominaram o ciclo de notícias global na terça-feira, 17 de fevereiro de 2026, com desenvolvimentos na Índia, em Genebra e no Estreito de Ormuz. A Cúpula de Impacto da IA em Deli enfrentou confusão inicial, enquanto o Irã e os Estados Unidos progrediram nas negociações nucleares, mesmo com exercícios militares criando mais tensão.
A Cúpula de Impacto da IA na Índia, uma reunião de líderes de tecnologia, políticos, cientistas e ativistas, começou com incerteza, de acordo com a BBC Technology. Relatórios inicialmente sugeriram que o fundador da Microsoft, Bill Gates, não compareceria, mas a Fundação Gates mais tarde confirmou sua aparição como palestrante principal. A cúpula visava orientar a revolução da IA, mas foi potencialmente ofuscada por controvérsias.
Enquanto isso, em Genebra, o Irã e os Estados Unidos chegaram a um entendimento sobre "princípios orientadores" após novas conversas sobre as capacidades nucleares de Teerã, conforme relatado pela Sky News. O ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araqhchi, afirmou que, embora um acordo final possa não ser iminente, "o caminho começou". No entanto, as tensões permaneceram altas, pois o Irã simultaneamente fechou o Estreito de Ormuz para exercícios com fogo real, de acordo com a Euronews. A Guarda Revolucionária Iraniana (IRGC) iniciou os exercícios no Estreito de Ormuz, no Golfo Pérsico e no Golfo de Omã, rotas marítimas internacionais cruciais.
Os desenvolvimentos em Genebra seguiram uma série de negociações destinadas a resolver a longa disputa sobre o programa nuclear iraniano. As conversas, realizadas em Genebra, Suíça, envolveram autoridades americanas e iranianas.
Em outras notícias, a China exibiu sua mais recente tecnologia durante as celebrações do Ano Novo Lunar, com robôs humanoides tomando o centro do palco, conforme relatado pela Al Jazeera. Os robôs realizaram danças e artes marciais durante a gala anual do Festival da Primavera da CCTV.
Além disso, a Al Jazeera relatou sobre as questões em andamento nas Ilhas Chagos, onde o acordo Reino Unido-Maurício sobre soberania foi descrito como "um ato de grande estupidez" pelo presidente Donald Trump. O relatório destacou a "história sórdida" do envolvimento dos EUA e do Reino Unido em supostos crimes contra a humanidade contra os povos indígenas das ilhas.
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