A OpenAI contratou recentemente Peter Steinberger, o desenvolvedor por trás do software de código aberto OpenClaw, para construir agentes de IA autônomos, enquanto o bilionário do private equity Stephen Schwarzman está, segundo relatos, expandindo sua fundação filantrópica com foco em IA e educação, de acordo com múltiplas fontes. Esses desenvolvimentos surgem em um momento em que especialistas alertam sobre o potencial e as armadilhas da inteligência artificial, com uma escola particular com tecnologia de IA enfrentando escrutínio e preocupações levantadas sobre os cenários econômicos e de aposentadoria globais.
O CEO da OpenAI, Sam Altman, anunciou a contratação de Steinberger, cujo software OpenClaw havia ganhado popularidade significativa nos últimos meses, de acordo com a Fortune. Steinberger afirmou que ingressar na OpenAI lhe permitiria perseguir seu objetivo de levar agentes de IA às massas sem o fardo de administrar uma empresa.
Schwarzman, cofundador da Blackstone, que agora administra mais de US$ 1,3 trilhão em ativos, está, segundo relatos, visando construir uma das 10 principais fundações filantrópicas com foco em IA e educação, conforme relatado pelo Wall Street Journal e revisado pela Fortune. A Stephen A. Schwarzman Foundation, que tinha US$ 65 milhões em ativos totais em 2024, contratou recentemente um diretor executivo para supervisionar a expansão da visão de Schwarzman, de acordo com o relatório do WSJ.
No entanto, o rápido avanço da IA não está isento de desafios. A Alpha School, uma escola particular com tecnologia de IA que custa até US$ 65.000 por ano, está enfrentando críticas por gerar planos de aula defeituosos e extrair dados de outros cursos online sem permissão, de acordo com ex-funcionários e documentos internos da empresa citados pelo Hacker News.
Esses desenvolvimentos ocorrem em um contexto de preocupações econômicas mais amplas. Ray Dalio, fundador da Bridgewater Associates, alertou sobre um período de "grande desordem" para a economia mundial, marcado por um "choque de grandes potências", semelhante à década de 1930, de acordo com a Fortune. Dalio citou um relatório recente da Conferência de Segurança de Munique, que afirma que o mundo entrou em uma era de geopolítica de "bola de demolição".
Além disso, o CEO da BlackRock, Larry Fink, alertou que os americanos não economizaram o suficiente para a aposentadoria, conforme relatado pela Fortune. Uma pesquisa realizada pela BlackRock revelou que o americano médio acredita que precisa de aproximadamente US$ 2,1 milhões para se aposentar confortavelmente, mas 62% dos entrevistados tinham menos de US$ 150.000 economizados. Fink, que há muito tempo alerta sobre a crise de aposentadoria da América, enfatizou a potencial falha do sistema de seguridade social.
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