A Bayer ofereceu US$ 7,25 bilhões para resolver uma longa batalha legal nos EUA sobre alegações de que seu herbicida Roundup causa câncer, de acordo com a BBC Business. O acordo proposto, anunciado na terça-feira, faz parte de um esforço mais amplo da gigante de biotecnologia alemã para resolver o litígio que tem pesado sobre a empresa desde a aquisição da Monsanto, a fabricante americana do herbicida.
O acordo, se aprovado por um juiz, resolveria as reclamações relacionadas ao Roundup, pelas quais a Bayer já pagou aproximadamente US$ 10 bilhões. De acordo com a BBC Business, a empresa afirma que o produto é seguro e o acordo mais recente tem o apoio de vários grupos de demandantes importantes. Bill Anderson, diretor executivo da Bayer, não foi citado no material de origem fornecido.
Em outras notícias, os Estados Unidos e o Irã chegaram a um entendimento sobre "princípios orientadores" após novas conversas sobre as capacidades nucleares de Teerã em Genebra, Suíça, de acordo com a Sky News. O ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araghchi, afirmou que, embora um acordo possa não ser alcançado em breve, o "caminho começou". O ministro das Relações Exteriores de Omã, Badr Albusaidi, descreveu as conversas como "construtivas" e observou que "bom progresso" foi feito.
Também na terça-feira, as forças americanas lançaram ataques contra três supostos barcos de contrabando de drogas no Pacífico oriental e no Caribe, resultando na morte de 11 pessoas, conforme relatado pela Sky News. O Comando Sul dos EUA confirmou a operação, afirmando que "a inteligência confirmou que os navios estavam transitando por rotas conhecidas de narcotráfico e estavam envolvidos em operações de narcotráfico".
Enquanto isso, um funcionário do governo sírio disse à Sky News que o campo de al Hol, no nordeste da Síria, que abrigava dezenas de milhares de mulheres e crianças ligadas ao ISIS, está agora em grande parte vazio devido a fugas após o estado assumir o controle do local. O funcionário reconheceu que as fugas continuaram depois que o governo assumiu o controle do campo.
Finalmente, a França liberou um petroleiro suspeito de pertencer à "frota fantasma" sancionada da Rússia depois que seu proprietário pagou uma multa no valor de milhões de euros, informou a Euronews. O navio, chamado Grinch, foi apreendido no Mar Mediterrâneo em 22 de janeiro sob suspeita de violar as sanções contra a Rússia. O petroleiro havia zarpado de Murmansk, no norte da Rússia, e estava voando sob uma falsa bandeira das Comores, de acordo com as autoridades francesas.
AI Experts & Community
Be the first to comment