A memória da fotojornalista Loubna Mrie, "Defiance", detalha sua corajosa rebelião contra o regime sírio, uma jornada que começou com protestos e evoluiu para o fotojornalismo, de acordo com a NPR News. Simultaneamente, o co-CEO da Netflix, Ted Sarandos, criticou a Paramount por espalhar "desinformação", enquanto a Warner Bros. Discovery (WBD) iniciou novas discussões com um pretendente rival, conforme relatado pela Variety. Em outras notícias, o American Black Film Festival (ABFF) homenageou Ryan Coogler, Dwayne Johnson e Angela Bassett, celebrando suas contribuições para o cinema, também de acordo com a Variety. O cantor pop David Archuleta discutiu sua memória, "Devout", que narra sua luta com sua sexualidade e sua saída da Igreja Mórmon, conforme compartilhado pela Variety. Finalmente, Margot Robbie enfatizou seu foco em fazer filmes para o público, em vez de atender aos críticos, conforme relatado pela Variety.
A história de Mrie, conforme detalhado em sua entrevista à NPR, destaca sua criação na Síria, onde seu pai era supostamente um assassino do regime. Ela inicialmente se juntou à revolução síria como manifestante antes de fazer a transição para o fotojornalismo. Sua memória, "Defiance", narra suas experiências.
Na indústria do entretenimento, Ted Sarandos expressou sua frustração com a Paramount, criticando especificamente suas ações. A Variety relatou que Sarandos instou a Paramount a "colocar seu dinheiro onde está sua boca" em relação à oferta da WBD. Isso ocorre quando a WBD estaria considerando discussões renovadas com a Skydance, rival da Paramount.
O ABFF homenageou várias figuras proeminentes. Ryan Coogler, Dwayne Johnson e Angela Bassett estavam entre os homenageados. O evento foi um passo fundamental na jornada de Coogler para se tornar um cineasta indicado ao Oscar, de acordo com a Variety. O festival também o ajudou a se conectar com sua futura esposa e parceira de produção, Zinzi Coogler.
A memória de David Archuleta, "Devout", aprofunda-se em suas lutas pessoais. Ele discutiu como lidar com a vergonha de sua sexualidade e deixar a Igreja Mórmon levou à criação de sua memória, de acordo com a Variety. Ele a descreveu como "um processo de cura contínuo".
Margot Robbie, em uma entrevista em vídeo da GQ Australia, afirmou seu foco em fazer filmes para o público. "Eu nunca penso 'O que os críticos vão pensar disso?'", disse ela, conforme relatado pela Variety.
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