A OpenAI adquiriu OpenClaw, o agente de IA de código aberto, sinalizando uma mudança no cenário da IA, deixando de focar apenas no que os modelos podem dizer e passando a focar no que eles podem fazer, de acordo com a VentureBeat. Peter Steinberger, o criador do OpenClaw, juntar-se-á à OpenAI para trabalhar em levar agentes a todos. Simultaneamente, o SurrealDB lançou a versão 3.0 do seu banco de dados homônimo, com o objetivo de simplificar as complexas camadas de dados necessárias para agentes de IA, e um novo tipo de crime organizado envolvendo roubo de carros de luxo está em ascensão.
A aquisição do OpenClaw representa a atitude agressiva da OpenAI de se concentrar nas capacidades da IA. O projeto OpenClaw fará a transição para uma fundação independente, embora a OpenAI o patrocine e potencialmente influencie sua direção, relatou a VentureBeat. Essa mudança ocorre à medida que a indústria reconhece a necessidade de os sistemas de IA executarem ações, e não apenas gerar texto.
A nova versão do SurrealDB, lançada com uma extensão da Série A de US$ 23 milhões, elevando o financiamento total para US$ 44 milhões, busca simplificar os sistemas de geração aumentada por recuperação (RAG) usados para agentes de IA. Esses sistemas geralmente exigem várias camadas e tecnologias para dados estruturados, vetores e informações de gráficos, levando a problemas de desempenho e precisão. O SurrealDB visa resolver essa complexidade, de acordo com a VentureBeat.
Em outras notícias, um novo tipo de crime organizado envolvendo roubo de carros de luxo está surgindo. Criminosos usam phishing por e-mail e documentos fraudulentos para se passar por empresas de transporte legítimas e roubar veículos de alta gama, de acordo com a MIT Technology Review. Esses criminosos desviam os envios e apagam os rastros da propriedade e registro originais dos veículos.
Sam Zahr, diretor de operações da Dream Luxury Rental, descobriu isso ao tentar obter um conversível Rolls-Royce Dawn de Miami para Detroit. "Era muito atraente para nossa clientela", disse ele, de acordo com a MIT Technology Review. Sua equipe postou o conversível no Central Dispatch, um mercado online para envios de veículos.
Em notícias relacionadas, uma pesquisadora de segurança cibernética chamada Allison Nixon enfrentou ameaças de morte de personas online anônimas, de acordo com a MIT Technology Review. Essas ameaças, feitas em canais do Telegram e Discord, visavam Nixon por causa de seu trabalho de rastreamento de criminosos cibernéticos.
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