O Exército dos EUA realizou ataques a três supostos barcos de tráfico de drogas no Caribe na terça-feira, resultando na morte de 11 pessoas, de acordo com o Comando Sul dos EUA. Esta ação marca um dos dias mais mortais na campanha em andamento do governo Trump contra supostos traficantes, que registrou pelo menos 145 mortes desde o seu início.
Os ataques tiveram como alvo supostos traficantes de drogas ao longo de rotas de contrabando conhecidas, conforme declarado pelo Comando Sul dos EUA. Esta campanha, que começou sob o governo Trump, envolveu 42 ataques conhecidos.
Em outras notícias, o apresentador de talk show Stephen Colbert revelou que a CBS o impediu de entrevistar o candidato democrata ao Senado do Texas, James Talarico. Colbert afirmou que os advogados da rede o informaram diretamente da decisão devido a uma ameaça da Comissão Federal de Comunicações de aplicar a regra do tempo igual em talk shows de final de noite e diurnos. Colbert acrescentou ainda que também lhe foi dito que não poderia mencionar o cancelamento da entrevista.
Enquanto isso, na cidade de Gaza, os moradores estão se preparando para o Ramadã em meio a dificuldades econômicas e às consequências da guerra. A Euronews informou que os moradores visitaram os mercados para comprar suprimentos, navegando por ruas cheias de escombros. Os comerciantes estavam vendendo pão, nozes e frutas secas. Vários moradores observaram que o aumento dos preços, a falta de dinheiro e a destruição generalizada alteraram significativamente a atmosfera em comparação com anos anteriores.
Em desenvolvimentos relacionados, um esquema controverso na Índia, que permitia doações anônimas a partidos políticos por meio de títulos eleitorais, foi banido em fevereiro de 2024 pelo tribunal superior do país. De acordo com a Al Jazeera, doadores secretos canalizaram quase US$ 2 bilhões para partidos políticos entre 2018, quando o esquema foi introduzido, e seu cancelamento em 2024. Ativistas pela transparência saudaram a decisão do tribunal como uma vitória para a democracia.
Finalmente, a crescente dependência de software em veículos modernos levanta preocupações sobre sua funcionalidade a longo prazo. A Ars Technica destacou que a longevidade dos carros está cada vez mais ligada à sobrevivência das empresas por trás de seus códigos. O artigo levantou a questão do que acontece quando a empresa por trás do software de um carro quebra, potencialmente tornando o veículo inoperável.
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