Eis um artigo de notícias sintetizando as informações fornecidas:
Inflação Cai para 3% no Reino Unido, Enquanto Consumidores Americanos Sofrem com Tarifas de Trump
LONDRES/NOVA YORK - Em janeiro, a inflação no Reino Unido caiu para 3%, sua taxa mais baixa desde março de 2025, impulsionada por quedas nos preços de alimentos, combustíveis e passagens aéreas, de acordo com o Office for National Statistics (ONS). Enquanto isso, uma nova análise do Federal Reserve Bank de Nova York revelou que quase 90% do ônus econômico das tarifas de 2025 do Presidente Trump recaiu sobre os consumidores e empresas dos EUA.
O ONS relatou que a queda de janeiro na inflação, abaixo dos 3,4% em dezembro, aumentou a probabilidade de o Banco da Inglaterra cortar as taxas de juros em sua reunião de política monetária de março. O economista-chefe do ONS, Grant Fitzner, observou que a queda foi "impulsionada em parte por uma diminuição nos preços da gasolina".
Nos EUA, a análise do Federal Reserve Bank de Nova York descobriu que, à medida que a tarifa média dos EUA sobre as importações saltou para 13% em 2025, acima de menos de 3%, os custos foram amplamente repassados aos consumidores e empresas americanas. O conselheiro econômico da Casa Branca, Kevin Hassett, criticou a pesquisa, chamando-a de "constrangedora".
Em outras notícias econômicas, a gigante da defesa BAE Systems anunciou vendas recordes para 2025, enquanto seus locais em Lancashire continuaram a sofrer greves por causa de salários. O lucro anual da empresa atingiu £2,6 bilhões, o que a Unite, um dos maiores sindicatos da Grã-Bretanha, chamou de "obsceno". A BAE afirmou que fez uma oferta justa aos funcionários e estava engajada com os sindicatos.
Em outras notícias, a busca continua por Nancy Guthrie, de 84 anos, mãe da apresentadora do programa "Today", Savannah Guthrie, que foi supostamente sequestrada de sua casa em Tucson, Arizona, em 1º de fevereiro de 2026. O FBI divulgou fotos e vídeos de uma pessoa armada com uma máscara perto de sua casa.
Finalmente, o ex-chanceler do Reino Unido, George Osborne, agora trabalhando para a OpenAI, alertou que os países que não abraçarem a inteligência artificial correm o risco de ficar para trás. Osborne, que está há dois meses em seu cargo na empresa de IA de São Francisco, afirmou que, sem IA, as nações "serão uma nação mais fraca e pobre". Ele também sugeriu que as forças de trabalho podem buscar oportunidades habilitadas por IA em outros lugares.
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