Mastodon, a plataforma descentralizada de mídia social, anunciou planos para lançar novos recursos com o objetivo de atrair criadores e tornar o aplicativo mais amigável, de acordo com uma publicação no blog co-assinada pelo diretor técnico do Mastodon, Renaud Chaput, e pela designer de produto, Imani Joy. O anúncio surge em um momento em que gigantes da tecnologia como Meta, Snap, TikTok e YouTube, de propriedade do Google, enfrentam processos alegando que suas plataformas prejudicaram a segurança e a saúde mental de adolescentes. Enquanto isso, a Apple lançou as primeiras versões beta para desenvolvedores do iOS 26.4, iPadOS 26.4 e macOS 26.4, e a Microsoft Research revelou o Projeto Sílica, um sistema de armazenamento de dados baseado em vidro projetado para durar 10.000 anos.
Os planos de expansão do Mastodon seguem o crescimento de sua equipe principal de desenvolvimento nos últimos 18 meses, que agora inclui indivíduos com experiência em desenvolvimento web, mobile e back-end, bem como um designer dedicado. A plataforma, parte do fediverso – uma web social descentralizada que opera no protocolo ActivityPub – ganhou nova atenção após a aquisição do X por Elon Musk.
No âmbito dos desafios legais, vários casos emblemáticos estão programados para ir a julgamento este ano, com executivos como o CEO da Meta, Mark Zuckerberg, com expectativa de testemunhar. Esses processos, ao contrário de batalhas legais anteriores, superaram as tentativas das empresas de mídia social de rejeitá-los com base na Seção 230, que protege as plataformas online de responsabilidade pelo discurso do usuário. Os casos acusam as empresas de tecnologia de projetar suas plataformas de maneiras que prejudicam as crianças.
Os últimos lançamentos beta da Apple, normalmente lançados entre as principais atualizações do iOS, incluem um novo recurso Playlist Playground para assinantes do Apple Music, permitindo que eles gerem playlists com prompts de texto. O suporte nativo para podcasts de vídeo também está chegando ao aplicativo Podcasts.
O Projeto Sílica da Microsoft, detalhado na revista Nature, oferece uma solução potencial para o armazenamento de dados de longo prazo. O sistema grava dados em vidro, um material conhecido por sua estabilidade física e química. O objetivo é criar um meio de armazenamento que seja denso, estável por séculos e eficiente em termos de energia quando não estiver em uso.
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