A deputada Marjorie Taylor Greene, republicana da Geórgia, deixará o Congresso em 5 de janeiro, citando divergências crescentes com o ex-presidente Donald Trump e os republicanos do Congresso sobre o tratamento dos arquivos Epstein no ano passado. A saída de Greene ocorre após um período de crescente desilusão com a direção do movimento Make America Great Again (MAGA) e a capacidade do Partido Republicano de cumprir suas promessas, conforme detalhado em entrevistas recentes para um artigo da New York Times Magazine publicado na semana passada.
Greene expressou preocupação com o fato de que os republicanos, apesar de deterem o controle unificado do governo, não conseguiram promulgar os principais princípios do MAGA e traíram as promessas feitas aos eleitores. Ela descreveu instâncias específicas em que acreditava que o partido havia ficado aquém, embora os detalhes específicos dessas instâncias não tenham sido divulgados.
Christian Paz, correspondente da Vox, relatou que as dúvidas de Greene se estenderam ao próprio Trump, bem como ao futuro mais amplo do movimento MAGA. Paz, que ingressou na Vox em 2022 depois de cobrir política nacional e internacional para o The Atlantic, destacou a perspectiva em evolução de Greene em um artigo recente.
A saída de Greene marca um momento significativo para o Partido Republicano e o movimento MAGA, levantando questões sobre sua direção futura e o potencial para maior fragmentação. Sua saída remove uma voz proeminente e muitas vezes controversa da Câmara dos Representantes. As implicações de sua partida no cenário político ainda estão por ser vistas.
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