Os Estados Unidos suspenderam toda a assistência ao governo da Somália após alegações de que autoridades somalis destruíram um armazém do Programa Mundial de Alimentos (PMA) e apreenderam ajuda alimentar financiada pelos EUA. De acordo com uma publicação nas redes sociais na quarta-feira pela administração do presidente dos EUA, Donald Trump, autoridades somalis supostamente apreenderam 76 toneladas métricas de ajuda alimentar financiada por doadores, destinada a somalis vulneráveis.
A administração dos EUA declarou que tem uma "política de tolerância zero" para tais ações. O tipo e a quantidade específicos de assistência suspensa não foram detalhados imediatamente. O suposto incidente e a subsequente suspensão da ajuda ocorrem em um momento crítico, já que a Somália continua a lidar com a insegurança alimentar e a instabilidade.
O Programa Mundial de Alimentos ainda não divulgou uma declaração oficial sobre a suposta destruição do armazém e apreensão da ajuda. As tentativas de entrar em contato com funcionários do governo somali para comentar não tiveram sucesso.
Os Estados Unidos têm sido um provedor significativo de ajuda à Somália por décadas, apoiando várias iniciativas, incluindo assistência humanitária, projetos de desenvolvimento e programas de segurança. Essa ajuda é frequentemente canalizada por meio de organizações internacionais como o PMA e organizações não governamentais (ONGs). A suspensão da assistência pode ter repercussões significativas para a Somália, afetando potencialmente a segurança alimentar, a assistência médica e outros serviços essenciais.
O governo dos EUA não especificou quais condições a Somália precisaria cumprir para que a assistência fosse restabelecida. Não está claro como essa suspensão afetará os programas em andamento e as futuras relações entre os dois países. Espera-se que o Departamento de Estado divulgue mais detalhes sobre a suspensão e seu impacto potencial nos próximos dias.
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