O ex-presidente sul-coreano Yoon Suk Yeol foi sentenciado a cinco anos de prisão na sexta-feira por fabricar um documento oficial numa tentativa de justificar a sua declaração de lei marcial de 2024 e usar ilegalmente os seus guarda-costas, de acordo com o New York Times. O painel de três juízes do Tribunal Distrital Central de Seul proferiu a sentença, marcando a primeira decisão em oito julgamentos separados decorrentes da controversa declaração de lei marcial.
O tribunal considerou Yoon culpado de obstrução à justiça por impedir a sua prisão e abuso de poder ao excluir membros do gabinete de uma reunião fundamental, conforme noticiado pelo New York Times. As acusações referem-se à tentativa de Yoon de impor a lei marcial no final de 2024.
Yoon ainda enfrenta acusações separadas, incluindo insurreição, com um veredicto esperado para 19 de fevereiro, de acordo com o New York Times. Os procuradores pediram a pena de morte nesse caso.
A decisão de sexta-feira abordou especificamente a acusação de fabricar um documento oficial. Os juízes condenaram Yoon por obstrução à justiça, de acordo com o New York Times.
O caso decorre da imposição de curta duração da lei marcial por Yoon no final de 2024, uma ação que desencadeou múltiplas investigações e contestações legais, de acordo com o New York Times. A sentença é a primeira de vários julgamentos relacionados com a declaração.
Discussion
Join the conversation
Be the first to comment