O ex-presidente sul-coreano Yoon Suk Yeol foi sentenciado a cinco anos de prisão nesta sexta-feira por ações relacionadas ao seu decreto de lei marcial de 2024. A sentença, o primeiro veredicto em uma série de julgamentos decorrentes de seu impeachment, foi proferida por um tribunal sul-coreano, de acordo com várias fontes de notícias.
Yoon, que foi destituído do cargo após protestos generalizados, foi considerado culpado de abuso de poder, obstrução da justiça, falsificação de documentos, desafio às tentativas de detenção e burla dos procedimentos exigidos do Gabinete em relação ao decreto. A BBC informou que o tribunal considerou que as ações de Yoon "mergulharam o país em crise política" e que o ex-presidente "consistentemente não demonstrou remorso".
O decreto da lei marcial desencadeou uma turbulência nacional em 2024, provocando protestos enquanto os membros do parlamento se apressavam para derrubar a decisão de Yoon, de acordo com a BBC World. Yoon sustentou que o decreto tinha como objetivo informar o público sobre a obstrução parlamentar. No entanto, os promotores argumentaram que equivalia a uma rebelião e estão buscando a pena de morte em um julgamento separado por insurreição relacionada ao mesmo decreto, informou a NPR.
Esta sentença marca o primeiro veredicto em uma série de oito julgamentos criminais decorrentes do impeachment e destituição de Yoon do cargo. Embora este veredicto aborde o decreto da lei marcial, Yoon ainda enfrenta mais desafios legais.
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