Carolina do Sul reportou 124 novos casos de sarampo nos últimos três dias, elevando o número total para 558 no surto em rápida expansão no estado. O número de casos quase dobrou na última semana, de acordo com autoridades de saúde estaduais.
O surto é atualmente o maior nos Estados Unidos, e especialistas em saúde preveem que a situação piore antes de melhorar. Dr. Helmut Albrecht, médico de doenças infecciosas da Prisma Health e da Faculdade de Medicina da Universidade da Carolina do Sul, afirmou em um briefing na sexta-feira que centenas de pessoas em outras partes do estado já estão afetadas.
O sarampo é uma doença viral altamente contagiosa que pode causar complicações de saúde graves, especialmente em crianças pequenas e indivíduos com sistemas imunológicos enfraquecidos. Os sintomas normalmente incluem febre, tosse, coriza e uma erupção cutânea característica que se espalha por todo o corpo. O vírus se espalha pelo ar quando uma pessoa infectada tosse ou espirra.
A rápida disseminação do sarampo levantou preocupações sobre as isenções de vacinas no estado. Embora as taxas de vacinação sejam geralmente altas, as isenções por motivos médicos, religiosos ou filosóficos podem criar bolsões de indivíduos não vacinados, aumentando o risco de surtos. Os detalhes específicos das políticas de isenção da Carolina do Sul não estavam disponíveis imediatamente.
Autoridades de saúde estão instando os residentes a garantir que eles e suas famílias estejam vacinados contra sarampo, caxumba e rubéola (SCR). A vacina SCR é altamente eficaz na prevenção do sarampo, e duas doses fornecem proteção vitalícia para a maioria dos indivíduos. Os departamentos de saúde pública estão trabalhando para aumentar as taxas de vacinação e fornecer informações sobre a prevenção do sarampo.
Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) recomendam que as crianças recebam sua primeira dose da vacina SCR aos 12 a 15 meses de idade e uma segunda dose aos 4 a 6 anos de idade. Adultos que não são imunes ao sarampo também devem ser vacinados. Indivíduos que não têm certeza de seu estado de vacinação devem consultar seu médico. O surto está em andamento, e as autoridades de saúde continuam a monitorar a situação e implementar medidas para controlar a propagação da doença.
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