O Conselho de Supervisão da Meta está a analisar um caso focado na capacidade da Meta de desativar permanentemente contas de utilizadores. As proibições permanentes são uma ação drástica, que impede as pessoas de acederem aos seus perfis, memórias, ligações de amigos e, no caso de criadores e empresas, à sua capacidade de comercializar e comunicar com fãs e clientes.
Esta é a primeira vez nos cinco anos de história da organização como órgão de supervisão que as proibições permanentes de contas são um tema de foco do Conselho de Supervisão, observa a organização. O caso em análise não é exatamente o de um utilizador comum.
Em vez disso, o caso envolve um utilizador de alto perfil do Instagram que violou repetidamente os Padrões da Comunidade da Meta ao publicar ameaças visuais de violência contra uma jornalista, insultos anti-gay contra políticos, conteúdo representando um ato sexual, alegações de má conduta contra minorias e muito mais. A conta não tinha acumulado strikes suficientes para ser desativada automaticamente, mas a Meta tomou a decisão de banir permanentemente a conta.
Os materiais do Conselho não mencionaram o nome da conta em questão, mas as suas recomendações podem ter impacto sobre outros que publicam conteúdo que tem como alvo figuras públicas com abuso, assédio e ameaças, bem como utilizadores que têm as suas contas permanentemente banidas sem receber explicações transparentes. A Meta encaminhou este caso específico para o Conselho, que incluiu cinco publicações feitas no ano anterior à desativação permanente da conta.
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