Vários eventos internacionais se desenrolaram esta semana, abrangendo desde preocupações com o direito internacional até mudanças políticas e colaborações econômicas.
Um estudo da Academia de Genebra de Direito Internacional Humanitário e Direitos Humanos concluiu que o direito internacional, concebido para limitar os efeitos da guerra, está em um ponto de ruptura. O relatório, que abrange 23 conflitos armados nos últimos 18 meses, constatou que mais de 100.000 civis foram mortos e atos de tortura e estupro estão sendo cometidos com quase total impunidade, de acordo com o The Guardian.
No México, o governo anunciou uma ampla gama de táticas para combater a poluição industrial. Esta ação segue investigações do The Guardian que revelaram altos níveis de contaminação em um bairro ao redor de uma fábrica que processa resíduos tóxicos dos EUA. O governo impôs multas de 4,8 milhões à fábrica.
A Costa Rica realizou eleições no domingo em meio a crescentes preocupações sobre a insegurança e uma potencial mudança autoritária. Os eleitores escolheram um presidente e 57 membros do congresso. Laura Fernández, a escolha de linha dura do atual presidente, era esperada para vencer o primeiro turno, liderando nas pesquisas com 40% dos votos enquanto fazia campanha com uma linha dura em segurança, de acordo com a Reuters, conforme relatado pelo The Guardian. O crime é uma grande preocupação para muitos eleitores, pois grupos criminosos lutam para controlar territórios lucrativos.
Em Washington, ministros dos EUA, UE, Reino Unido, Japão, Austrália e Nova Zelândia se reuniram para discutir uma aliança estratégica sobre minerais críticos. A cúpula, conforme relatado pelo The Guardian, é vista como um esforço para reparar os laços transatlânticos e reduzir o risco da dependência da China. As discussões incluíram apelos para que os EUA garantam um preço mínimo para minerais de terras raras.
Enquanto isso, em Gaza, a passagem de Rafah foi reaberta, mas a Al Jazeera informou que era tarde demais para muitos que buscavam tratamento médico. A Al Jazeera conversou com uma mãe que perdeu seu filho de três anos enquanto esperava a passagem ser aberta. A reabertura da passagem foi considerada tardia demais para aqueles em situações de vida ou morte.
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