Exército dos EUA Abate Drone Iraniano no Mar Arábico em Meio a Crescentes Tensões
O exército dos Estados Unidos abateu um drone iraniano no Mar Arábico na terça-feira, de acordo com o Comando Central dos EUA (CENTCOM). O incidente ocorreu enquanto as tensões entre Washington e Teerã continuam a aumentar.
O porta-voz do CENTCOM, Tim Hawkins, afirmou que um caça dos EUA do USS Abraham Lincoln abateu o drone em autodefesa para proteger o porta-aviões e seu pessoal. O drone aproximou-se do porta-aviões no Mar Arábico.
O incidente ocorreu em meio a tensões elevadas entre os EUA e o Irã, alimentadas por uma recente repressão aos protestos no Irã e renovadas ameaças de atacar o país. O enviado especial dos EUA, Steve Witkoff, está atualmente em Israel discutindo essas crescentes tensões, de acordo com a Al Jazeera.
Os EUA e Israel endureceram sua posição contra Teerã nas últimas semanas, com o Irã acusando Israel de interferência nas recentes manifestações. A situação levantou preocupações sobre uma potencial guerra entre Irã e Israel, com o Irã ameaçando infligir pesados danos a Israel se atacado, informou a Al Jazeera.
O acúmulo de forças militares dos EUA no Oriente Médio aumentou o risco de um conflito mais amplo, potencialmente envolvendo o Irã e a região, com custos globais de longo alcance, de acordo com Ali A Ghareh Daghi, um estudante de doutorado da Universidade de Maynooth, na Irlanda, escrevendo para a Al Jazeera.
Enquanto isso, em outras notícias, um voo da Air India de Heathrow para Bengaluru foi impedido de decolar na segunda-feira após relatos de um "possível defeito" em um interruptor de controle de combustível, informou a Sky News. A companhia aérea afirmou que estava "verificando as preocupações do piloto em caráter prioritário". O problema foi relatado no voo AI132, operado por um Boeing 787-8 Dreamliner.
Esses eventos se desenrolam em um contexto de conflitos globais que estão colocando uma pressão sem precedentes sobre as leis humanitárias internacionais, de acordo com um novo relatório da Academia de Genebra de Direito Humanitário Internacional e Direitos Humanos. O relatório destaca a guerra em curso em Gaza e o conflito no Sudão como exemplos dessa pressão.
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