Um atentado suicida em uma mesquita xiita nos arredores de Islamabad, Paquistão, tirou a vida de pelo menos 31 pessoas e feriu outras 169 na sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026, de acordo com a Associated Press. Simultaneamente, os Estados Unidos e o Irã iniciaram negociações de alto risco em Omã sobre o programa nuclear iraniano, uma reunião que o ex-Conselheiro de Segurança Nacional Jake Sullivan descreveu como crucial. Também na sexta-feira, advogados de grupos de conservação, tribos nativas americanas e os estados de Oregon e Washington retornaram ao tribunal para abordar o impacto da decisão do ex-presidente Donald Trump de interromper um plano de US$ 1 bilhão destinado a salvar populações de salmão ameaçadas de extinção.
O atentado em Islamabad, uma ocorrência rara na capital, teve como alvo uma mesquita xiita durante as orações de sexta-feira. Imagens de televisão e imagens de mídia social mostraram a polícia e moradores auxiliando os feridos. O ataque ocorreu enquanto o governo paquistanês lida com um aumento nos ataques militantes em todo o país.
Enquanto isso, os EUA e o Irã se reuniram em Omã para discutir o programa nuclear iraniano. As negociações, realizadas por insistência dos vizinhos do Irã, visavam evitar um possível conflito. O ex-Conselheiro de Segurança Nacional Jake Sullivan, que serviu sob o presidente Biden, forneceu informações sobre as negociações, enfatizando sua importância. "As apostas são altas", de acordo com a NPR.
Em um desenvolvimento legal separado, advogados representando grupos de conservação e tribos nativas americanas retornaram ao tribunal na sexta-feira para contestar a operação de barragens nos rios Snake e Columbia. Esta ação seguiu o colapso de um acordo de 2023, no qual o governo Biden havia planejado gastar US$ 1 bilhão ao longo de uma década para restaurar as populações de salmão e impulsionar projetos tribais de energia limpa. O ex-presidente Trump se opôs ao plano, que a Casa Branca considerou "ambientalismo radical". Os demandantes argumentam que as operações atuais das barragens violam a Lei de Espécies Ameaçadas de Extinção, potencialmente levando o salmão "à beira da extinção", de acordo com a Fortune.
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